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Sinopse do Episódio
Coronavírus - Como identificar notícias falsas
Olá! Sou Renata Carneiro, enfermeira do trabalho no NSG Group e estou aqui para falar um pouco sobre verdades e mitos relacionados ao coronavírus.
Desde o início da pandemia são muitas as informações sobre o vírus que circulam em redes sociais e aplicativos de mensagens. Muitas delas chegam até a mencionar a fonte de informação como sendo algo acima de qualquer suspeita ou vídeos editados que parecem incontestáveis.
Já ouvimos de tudo: que beber muita água e fazer gargarejo com água morna, sal e vinagre previne o contágio ou que beber chá de erva doce e comer fígado bovino também são eficazes. Nada disso é verdadeiro. Sendo assim, como distinguir o que verdadeiro e o que é falso? Sempre desconfie de algo que não foi divulgado pelos órgãos oficiais de imprensa. Você pode checar a veracidade em qualquer site confiável de sua preferência. A imprensa em geral tem se esforçado bastante para desmistificar as inverdades que são propagadas mais rapidamente que o próprio vírus.
O mais recente mito espalhado nas redes sociais fala sobre o perigo de apontar o termômetro infravermelho para a testa de seres humanos. A mensagem afirma que os danos cerebrais causados pelo aparelho podem causar a morte de neurônios, queimar a retina e até prejudicar a glândula pineal.
Porém, numa rápida visita à página da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, na internet podemos encontrar a seguinte recomendação: (abre aspas) “Com base na avaliação de referências bibliográficas e recomendações sobre esses produtos, a Anvisa conclui e informa à população que a medição de temperatura por termômetro infravermelho direcionado à testa é inofensiva ao ser humano. O órgão informa, ainda, que esses produtos não emitem radiação, somente captam o calor emitido pelo corpo humano na forma de radiação infravermelha” (fecha aspas).
Por causa dessa notícia falsa, muitos estabelecimentos estão fazendo a medição da temperatura no pulso. Mas, é a medição na região frontal que dá a temperatura mais precisa.
Em tempos de pandemia, manter-se bem informado é uma das melhores maneiras de combater a propagação da doença.
Obrigada por dedicar seu tempo para ouvir esse podcast. Até a próxima!
Olá! Sou Renata Carneiro, enfermeira do trabalho no NSG Group e estou aqui para falar um pouco sobre verdades e mitos relacionados ao coronavírus.
Desde o início da pandemia são muitas as informações sobre o vírus que circulam em redes sociais e aplicativos de mensagens. Muitas delas chegam até a mencionar a fonte de informação como sendo algo acima de qualquer suspeita ou vídeos editados que parecem incontestáveis.
Já ouvimos de tudo: que beber muita água e fazer gargarejo com água morna, sal e vinagre previne o contágio ou que beber chá de erva doce e comer fígado bovino também são eficazes. Nada disso é verdadeiro. Sendo assim, como distinguir o que verdadeiro e o que é falso? Sempre desconfie de algo que não foi divulgado pelos órgãos oficiais de imprensa. Você pode checar a veracidade em qualquer site confiável de sua preferência. A imprensa em geral tem se esforçado bastante para desmistificar as inverdades que são propagadas mais rapidamente que o próprio vírus.
O mais recente mito espalhado nas redes sociais fala sobre o perigo de apontar o termômetro infravermelho para a testa de seres humanos. A mensagem afirma que os danos cerebrais causados pelo aparelho podem causar a morte de neurônios, queimar a retina e até prejudicar a glândula pineal.
Porém, numa rápida visita à página da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, na internet podemos encontrar a seguinte recomendação: (abre aspas) “Com base na avaliação de referências bibliográficas e recomendações sobre esses produtos, a Anvisa conclui e informa à população que a medição de temperatura por termômetro infravermelho direcionado à testa é inofensiva ao ser humano. O órgão informa, ainda, que esses produtos não emitem radiação, somente captam o calor emitido pelo corpo humano na forma de radiação infravermelha” (fecha aspas).
Por causa dessa notícia falsa, muitos estabelecimentos estão fazendo a medição da temperatura no pulso. Mas, é a medição na região frontal que dá a temperatura mais precisa.
Em tempos de pandemia, manter-se bem informado é uma das melhores maneiras de combater a propagação da doença.
Obrigada por dedicar seu tempo para ouvir esse podcast. Até a próxima!
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