Ouvir "Poderá alguma pessoa ser correta diante de Deus? (Livro de Jó Capítulo 15)"
Sinopse do Episódio
O livro de JÓ
está no antigo testamento, conta a história de um homem extremamente próspero em todos os sentidos que viveu no oriente médio.
O livro apresenta falas de Deus, do diabo, e de pessoas, entre elas o próprio Jó, sua mulher e 4 homens que se reuniram para oferecer conselhos e opiniões (Ao Jó e surpreendentemente A NÓS, milhares de anos depois).
O primeiro amigo que ofereceu conselhos, decide aconselhar novamente:
Um homem sábio não responderia com esse falatório! Suas palavras não passam de vento.
O sábio não se envolve em conversas sem propósito, nem usa palavras sem sentido.
Tenho certeza que você não tem temor a Deus e não demonstra respeito.
Seus erros ensinam sua boca o que ela deve falar; suas palavras se baseiam em manipulação.
Sua própria boca o condena, não eu;
seus próprios lábios depõem contra você.
Por Acaso você foi o primeiro ser humano a nascer?
Veio ao mundo antes de serem criadas as montanhas?
Conheceu a mente de Deus?
Só você é dono da sabedoria?
O que você sabe que nós não sabemos?
Que compreensão tem que nós não temos?
Homens idosos, de cabelo grisalho, mais velhos que seu pai, pensam exatamente como nós!
O alívio que Deus oferece não é suficiente para você?
Palavras amáveis não te dão conforto?
O que fez você perder a razão?
Por que seus olhos chegam a faiscar quando você se volta contra Deus e diz tais absurdos?
O que é o ser humano, para se considerar puro?
Pode alguém que nasceu nesse mundo ser justo?
Deus não confia nem nos anjos!
Aos olhos dele, nem mesmo os céus são puros.
Quanto menos um ser humano detestável e corrupto, que tem sede por agir de forma a beneficiar a si mesmo!
Escute, e eu lhe mostrarei; falarei com base em minha experiência.
Ela é confirmada pelo relato de homens sábios, que ouviram as mesmas verdades de seus antepassados, daqueles aos quais foi dada a terra, muito antes de chegar qualquer estrangeiro.
Pessoas ruins se contorcem de dor a vida toda; aos cruéis estão reservados tempos de sofrimento.
Em seus ouvidos se repetem sons de terror, e mesmo em dias tranquilos temem ataques e destruição.
Não se arriscam a sair no escuro, por medo de serem assassinados.
Se questionam constantemente, sobre como obter seu sustento…
sabem que o dia de sua destruição se aproxima.
Vivem angustiados e aflitos, cheios de terror, como um governante que se prepara para uma guerra, agitam os punhos e desafiam arrogantemente a Deus.
Com seus fortes escudos levantados, avançam contra ele em rebeldia.
Em sua prosperidade, o rosto dos aproveitadores inchou, e sua barriga acumulou gordura.
Suas cidades, porém, serão arruinadas; habitarão em casas abandonadas, prestes a desabar.
Suas riquezas não durarão, seus bens não permanecerão, e suas propriedades não se estenderão pela terra.
Não conseguirão sair da escuridão;
Sofrerão queimaduras causadas por chamas intensas como o sol,
e o sopro de Deus os destruirá.
Que não se iludam mais ao confiar em conquistas que não tem uma importância verdadeira,
pois o sentimento de vazio será sua única recompensa.
Antes de estarem plenamente maduros apodrecerão, sem nunca se desenvolver completamente.
Da mesma maneira que frutas que foram colhidas antes de amadurecer, ou ainda flores que nem chegaram ao ponto de formar frutos.
Todos os que fingem ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos mas na verdade não possuem, e mesmo assim exigem que os outros se comportem dentro de regras que eles não seguem… atuam como artistas representando… sem sombra de dúvida são inúteis e encontrarão destruição como um incêndio de grandes proporções.
Permitem que qualquer coisa negativa cresça e se desenvolva a partir de seu próprio interior.
(Livro de Jó Capítulo 15)
está no antigo testamento, conta a história de um homem extremamente próspero em todos os sentidos que viveu no oriente médio.
O livro apresenta falas de Deus, do diabo, e de pessoas, entre elas o próprio Jó, sua mulher e 4 homens que se reuniram para oferecer conselhos e opiniões (Ao Jó e surpreendentemente A NÓS, milhares de anos depois).
O primeiro amigo que ofereceu conselhos, decide aconselhar novamente:
Um homem sábio não responderia com esse falatório! Suas palavras não passam de vento.
O sábio não se envolve em conversas sem propósito, nem usa palavras sem sentido.
Tenho certeza que você não tem temor a Deus e não demonstra respeito.
Seus erros ensinam sua boca o que ela deve falar; suas palavras se baseiam em manipulação.
Sua própria boca o condena, não eu;
seus próprios lábios depõem contra você.
Por Acaso você foi o primeiro ser humano a nascer?
Veio ao mundo antes de serem criadas as montanhas?
Conheceu a mente de Deus?
Só você é dono da sabedoria?
O que você sabe que nós não sabemos?
Que compreensão tem que nós não temos?
Homens idosos, de cabelo grisalho, mais velhos que seu pai, pensam exatamente como nós!
O alívio que Deus oferece não é suficiente para você?
Palavras amáveis não te dão conforto?
O que fez você perder a razão?
Por que seus olhos chegam a faiscar quando você se volta contra Deus e diz tais absurdos?
O que é o ser humano, para se considerar puro?
Pode alguém que nasceu nesse mundo ser justo?
Deus não confia nem nos anjos!
Aos olhos dele, nem mesmo os céus são puros.
Quanto menos um ser humano detestável e corrupto, que tem sede por agir de forma a beneficiar a si mesmo!
Escute, e eu lhe mostrarei; falarei com base em minha experiência.
Ela é confirmada pelo relato de homens sábios, que ouviram as mesmas verdades de seus antepassados, daqueles aos quais foi dada a terra, muito antes de chegar qualquer estrangeiro.
Pessoas ruins se contorcem de dor a vida toda; aos cruéis estão reservados tempos de sofrimento.
Em seus ouvidos se repetem sons de terror, e mesmo em dias tranquilos temem ataques e destruição.
Não se arriscam a sair no escuro, por medo de serem assassinados.
Se questionam constantemente, sobre como obter seu sustento…
sabem que o dia de sua destruição se aproxima.
Vivem angustiados e aflitos, cheios de terror, como um governante que se prepara para uma guerra, agitam os punhos e desafiam arrogantemente a Deus.
Com seus fortes escudos levantados, avançam contra ele em rebeldia.
Em sua prosperidade, o rosto dos aproveitadores inchou, e sua barriga acumulou gordura.
Suas cidades, porém, serão arruinadas; habitarão em casas abandonadas, prestes a desabar.
Suas riquezas não durarão, seus bens não permanecerão, e suas propriedades não se estenderão pela terra.
Não conseguirão sair da escuridão;
Sofrerão queimaduras causadas por chamas intensas como o sol,
e o sopro de Deus os destruirá.
Que não se iludam mais ao confiar em conquistas que não tem uma importância verdadeira,
pois o sentimento de vazio será sua única recompensa.
Antes de estarem plenamente maduros apodrecerão, sem nunca se desenvolver completamente.
Da mesma maneira que frutas que foram colhidas antes de amadurecer, ou ainda flores que nem chegaram ao ponto de formar frutos.
Todos os que fingem ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos mas na verdade não possuem, e mesmo assim exigem que os outros se comportem dentro de regras que eles não seguem… atuam como artistas representando… sem sombra de dúvida são inúteis e encontrarão destruição como um incêndio de grandes proporções.
Permitem que qualquer coisa negativa cresça e se desenvolva a partir de seu próprio interior.
(Livro de Jó Capítulo 15)
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