Ouvir "Amor Fati"
Sinopse do Episódio
Amor Fati
E aí o encontro infeliz acontece. Falta de potência, cansaço e des-animo, td sem alma. Ninguém escapa a isso. O mundo é tão gde e diverso q há momentos que esbarramos em corpos que não compõem com o nosso: uma frase mal-dita, um olhar atravessado, às vezes nós e outros {se passam}, atravessam de tal forma nossas formas e conteúdos que, por estrias|marcas|traumas da vida vivida, nos re-conduzem à {habitus} comporta|MENTAIS - corpo e mente q nos desPRANAM.
É tiozão, tu achas que Seu Dada vazou do Tibete a pé pelos Himalaias e Seu Titi do Vietnã, sorrindo?
E tu achas q Yogar|Meditar vai ALISAR essas estrias|marcas {desapranizantes} dos sulcos q nos demarcam infelizes? Não, definitivamente não é a práxis yoguica|meditativa diária e constante que irá remover traumas.
Esses sulcos que deságuam no mar revolto de pensamentos e ações dos maus encontros não cessam pelo simples ato de utilizarmos algumas técnicas combinadas - asanas, mantras, kriyas, mudras e pranayamas. Yoga é aliado e não messias.
Estabelecemos um pacto de aliança com yogas para, no máximo alcançar um tiquinho de Viveka:
(1) Identificar maus encontros e seus sintomas;
(2) Manter-nos à espreita e alerta aos sinais do item 1;
(3) Estabelecer linhas-de-fuga das estriações que insistem em nos reconduzir a despranizações.
Não tente sozinhe resolver essas paradas sendo um {gestor de si-mesmo}. Adquira o habitus da vida comunal pra pensar sua singularidade, construindo alteridade na fuga de organizações pré-prontas.
Yogar é processo, sempre lento e gradual.
Sua arma é uma lima muito fina. A série chega irada, com swell massa, o tempo da onda perfeito, mas o mar tá crowdiado: é um zilhão de {pinguins} remando na sua direção - e tem sempre aquele boi louco de Sup vindo da costa da África gritando: aeee aeeee aeeee.
Tu cedes a passagem, e aguarda a outra; busca se reposicionar para um próximo bom encontro, ou não. A maré pode encher e {engordar} a onda, vento vira de sul. Mil platôs tiozão.
Mas aí, você ouve um brou gritar uhuuuu! Tinha “a” série chegando num outro pico do Matadeiro, abriu uma valinha nova. Tudo em devir. Good waves hermane! Vida que segue.
E aí o encontro infeliz acontece. Falta de potência, cansaço e des-animo, td sem alma. Ninguém escapa a isso. O mundo é tão gde e diverso q há momentos que esbarramos em corpos que não compõem com o nosso: uma frase mal-dita, um olhar atravessado, às vezes nós e outros {se passam}, atravessam de tal forma nossas formas e conteúdos que, por estrias|marcas|traumas da vida vivida, nos re-conduzem à {habitus} comporta|MENTAIS - corpo e mente q nos desPRANAM.
É tiozão, tu achas que Seu Dada vazou do Tibete a pé pelos Himalaias e Seu Titi do Vietnã, sorrindo?
E tu achas q Yogar|Meditar vai ALISAR essas estrias|marcas {desapranizantes} dos sulcos q nos demarcam infelizes? Não, definitivamente não é a práxis yoguica|meditativa diária e constante que irá remover traumas.
Esses sulcos que deságuam no mar revolto de pensamentos e ações dos maus encontros não cessam pelo simples ato de utilizarmos algumas técnicas combinadas - asanas, mantras, kriyas, mudras e pranayamas. Yoga é aliado e não messias.
Estabelecemos um pacto de aliança com yogas para, no máximo alcançar um tiquinho de Viveka:
(1) Identificar maus encontros e seus sintomas;
(2) Manter-nos à espreita e alerta aos sinais do item 1;
(3) Estabelecer linhas-de-fuga das estriações que insistem em nos reconduzir a despranizações.
Não tente sozinhe resolver essas paradas sendo um {gestor de si-mesmo}. Adquira o habitus da vida comunal pra pensar sua singularidade, construindo alteridade na fuga de organizações pré-prontas.
Yogar é processo, sempre lento e gradual.
Sua arma é uma lima muito fina. A série chega irada, com swell massa, o tempo da onda perfeito, mas o mar tá crowdiado: é um zilhão de {pinguins} remando na sua direção - e tem sempre aquele boi louco de Sup vindo da costa da África gritando: aeee aeeee aeeee.
Tu cedes a passagem, e aguarda a outra; busca se reposicionar para um próximo bom encontro, ou não. A maré pode encher e {engordar} a onda, vento vira de sul. Mil platôs tiozão.
Mas aí, você ouve um brou gritar uhuuuu! Tinha “a” série chegando num outro pico do Matadeiro, abriu uma valinha nova. Tudo em devir. Good waves hermane! Vida que segue.
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