Ouvir "O que eu devia ter feito quando era mais novo e não fiz"
Sinopse do Episódio
Nesses mais de trinta anos a gente começa a refletir algumas coisas, daquele tipo de coisa que a gente fala que só gente velha faz. Bom, isso pode ser sinal que fiquei velho, mas não, como falo para todo mundo, fiquei jovem a mais tempo. Eu me peguei pensando como era a minha infância e como eu poderia ter me ensinado inglês. Calma, isso serve para ter se ensinado inglês, alemão, grego, e inclusive matemática, matéria que eu me atrapalhava quando mais novo, embora português também não era minha melhor aptidão.
Vamos começar pelo o que eu era bom, ciências, e isso acontecia por um simples motivo, na minha cabeça tinha lógica, você olhava uma coisa, descobria e anotava. Tudo bem que nem sempre era assim, mas eu gostava de ver as coisas mudarem de estado, mudarem de forma, e não aqueles nomes complexos da língua portuguesa, mezoclas-ei-me aqui falar-lo-ei que eu não via muito muita graça em saber os nomes dos tempos verbais, talvez um pouco de literatura, mas que era um pouco inclinada. Problemas de matemática que faziam-se hipotéticos demais, quem em plena sanidade compraria 5 melancias para dividir a 7 pessoas, pera, eu não gosto de melância, posso trocar por nespera? Não vai sobrar quase nada para ninguem…
Sinal que eu tinha percebido uma coisa, eu aprendia a partir de um propósito, um objetivo, lembro da primeira vez que vi a formula de Baskara, Ipsilon igual a menos b mais ou menos raiz quadrada de menos b menos 4 a vezes c tudo isso dividido por dois a. (tá decorei e agora, o que eu faço com isso…) isso era o ano 2001 não era uma odsseia no espaço, mas depois de alguns anos quase 20 quando eu e minha familia estavamos visitando os irmãos do meu avô que viera da Italia (diferente dele que migrou para o Brasil, os meus tios migraram para os Estados Unidos) meus pais, irmã e eu estavamos em dois quartos conjugados separados, eu começo assistir um filme chamado Céu de Outubro (October Sky), e sem saber, meu pai também, quando termina (não vou fazer spoiler mas posso dizer que teve Baskara), eu falo com meu pai e a gente se torna amigo, até então a gente discutia muito, nossos jeitos de pensar eram diferentes.
Hoje eu pensaria em aprender sendo um pouco mais trangressor de regras, se minha letra era feia (e ainda é) eu usaria um computador ou até mesmo a máquina de escrever que minha mãe sugeriu na época, me esforçaria para buscar exemplos práticos, usando o que eu gostava para aprender, e o mais importante, falaria mais com as pessoas. Eu era um autista por opção por medo de falar em público, inteligente mas inseguro, e aprender inglês ou qualquer outra coisa se precisa de alguém para falar e alguém para escutar, sozinho não tem graça e nem faz sentido. Você aprende só os seus erros, e acerta só os seus acertos até certo ponto. Portanto se eu puder te dar só uma dica, viva mais fora da sua mente e mais com as pessoas. Converse.
Vamos começar pelo o que eu era bom, ciências, e isso acontecia por um simples motivo, na minha cabeça tinha lógica, você olhava uma coisa, descobria e anotava. Tudo bem que nem sempre era assim, mas eu gostava de ver as coisas mudarem de estado, mudarem de forma, e não aqueles nomes complexos da língua portuguesa, mezoclas-ei-me aqui falar-lo-ei que eu não via muito muita graça em saber os nomes dos tempos verbais, talvez um pouco de literatura, mas que era um pouco inclinada. Problemas de matemática que faziam-se hipotéticos demais, quem em plena sanidade compraria 5 melancias para dividir a 7 pessoas, pera, eu não gosto de melância, posso trocar por nespera? Não vai sobrar quase nada para ninguem…
Sinal que eu tinha percebido uma coisa, eu aprendia a partir de um propósito, um objetivo, lembro da primeira vez que vi a formula de Baskara, Ipsilon igual a menos b mais ou menos raiz quadrada de menos b menos 4 a vezes c tudo isso dividido por dois a. (tá decorei e agora, o que eu faço com isso…) isso era o ano 2001 não era uma odsseia no espaço, mas depois de alguns anos quase 20 quando eu e minha familia estavamos visitando os irmãos do meu avô que viera da Italia (diferente dele que migrou para o Brasil, os meus tios migraram para os Estados Unidos) meus pais, irmã e eu estavamos em dois quartos conjugados separados, eu começo assistir um filme chamado Céu de Outubro (October Sky), e sem saber, meu pai também, quando termina (não vou fazer spoiler mas posso dizer que teve Baskara), eu falo com meu pai e a gente se torna amigo, até então a gente discutia muito, nossos jeitos de pensar eram diferentes.
Hoje eu pensaria em aprender sendo um pouco mais trangressor de regras, se minha letra era feia (e ainda é) eu usaria um computador ou até mesmo a máquina de escrever que minha mãe sugeriu na época, me esforçaria para buscar exemplos práticos, usando o que eu gostava para aprender, e o mais importante, falaria mais com as pessoas. Eu era um autista por opção por medo de falar em público, inteligente mas inseguro, e aprender inglês ou qualquer outra coisa se precisa de alguém para falar e alguém para escutar, sozinho não tem graça e nem faz sentido. Você aprende só os seus erros, e acerta só os seus acertos até certo ponto. Portanto se eu puder te dar só uma dica, viva mais fora da sua mente e mais com as pessoas. Converse.
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