Ouvir "#078 | Como NFTs estão transformando o mercado da música?"
Sinopse do Episódio
Bruna Bins recebe Leonardo de Marchi (Professor e Pesquisador da UFRJ) para entender a história do mercado da música, como ele vem sendo transformado pelos NFTs e pela tecnologia blockchain, e como os músicos atuais podem pensar seus financiamentos.
Os NFTs utilizam o mesmo sistema de validação e criação de escassez das criptomoedas, que foi entendida pelos artistas como uma nova possibilidade de financiamento. Assim, eles podem funcionar como uma declaração de propriedade sobre um ativo real ou digital.
Durante o avanço da tecnologia, havia a promessa de que os artistas usariam a internet para alcançar diretamente seus consumidores sem a necessidade de intermediários. Mas isso parou de ser verdade com o aparecimento dos streamings, que incluem sistemas de recomendação e outros elementos.
Então, a promessa de desintermediação passou para o mercado financeiro, utilizando a blockchain, royalties tokenizados e NFTs, para ganhar dinheiro. Não mais pela gravação e circulação dos fonogramas, mas pela liberdade do artista de se tornar um credor a partir das fintechs.
Para os artistas, essas tecnologias (que já podem ser acessadas pelo celular) estão implicando no autogerenciamento da própria carreira dentro da lógica do mercado financeiro, ou seja, considerando lucros diferentes a cada dia.
Os benefícios hoje estão na menor dependência de gravadoras e maior facilidade na distribuição da própria música. Além disso, os NFTs também permitem que as músicas sejam investimentos para os fãs, transformando um pouco os fãs na figura que antes era ocupada pelas gravadoras.
Aproveite o episódio para entender também os diversos fatores que podem ser negativos, tanto na relação de fãs com seus artistas quanto no financiamento de longo prazo e o que Leonardo enxerga como um estágio de “pós-streaming” no mercado da música!
Aproveite para conhecer o SITE da Liqi
➜ https://www.liqi.com.br/
Os NFTs utilizam o mesmo sistema de validação e criação de escassez das criptomoedas, que foi entendida pelos artistas como uma nova possibilidade de financiamento. Assim, eles podem funcionar como uma declaração de propriedade sobre um ativo real ou digital.
Durante o avanço da tecnologia, havia a promessa de que os artistas usariam a internet para alcançar diretamente seus consumidores sem a necessidade de intermediários. Mas isso parou de ser verdade com o aparecimento dos streamings, que incluem sistemas de recomendação e outros elementos.
Então, a promessa de desintermediação passou para o mercado financeiro, utilizando a blockchain, royalties tokenizados e NFTs, para ganhar dinheiro. Não mais pela gravação e circulação dos fonogramas, mas pela liberdade do artista de se tornar um credor a partir das fintechs.
Para os artistas, essas tecnologias (que já podem ser acessadas pelo celular) estão implicando no autogerenciamento da própria carreira dentro da lógica do mercado financeiro, ou seja, considerando lucros diferentes a cada dia.
Os benefícios hoje estão na menor dependência de gravadoras e maior facilidade na distribuição da própria música. Além disso, os NFTs também permitem que as músicas sejam investimentos para os fãs, transformando um pouco os fãs na figura que antes era ocupada pelas gravadoras.
Aproveite o episódio para entender também os diversos fatores que podem ser negativos, tanto na relação de fãs com seus artistas quanto no financiamento de longo prazo e o que Leonardo enxerga como um estágio de “pós-streaming” no mercado da música!
Aproveite para conhecer o SITE da Liqi
➜ https://www.liqi.com.br/
Mais episódios do podcast Talkenização
A blockchain que conecta o Brasil ao mundo
01/10/2025
Como a Liqi impulsiona cripto e tokenização
17/09/2025
Stablecoins vão mudar o mercado de câmbio?
03/09/2025
Supply chain mais eficiente com a blockchain
20/08/2025
ZARZA We are Zarza, the prestigious firm behind major projects in information technology.