Ouvir "O cervo e o leão - Guilherme"
Sinopse do Episódio
Fábula de Esopo
Um Jovem Cervo, que estava bebendo água num córrego de água cristalina, viu a si mesmo refletido na límpida água. Ficou encantado com as formas e arcos dos seus imponentes chifres, mas, no entanto, ficou muito decepcionado e envergonhado com suas delgadas pernas.
E suspirou: “Como é possível tal coisa, ser dotado de tão desprezíveis e desajeitadas pernas, quando, ao mesmo tempo, fui agraciado com tão bela e majestosa coroa...”
Nesse momento ele sentiu o cheiro de uma pantera, que de repente saltou de dentro do mato onde estava à sua espreita, na expectativa de capturá-lo. Mas, apesar de ser mais ágil e ser dotado de mais velocidade, seus largos chifres ficavam presos nos galhos das árvores, impedindo sua fuga, e não permitindo que se pusesse a salvo do seu agressor.
Desse modo, em pouco tempo, seu carrasco o alcançou até com facilidade. Então o infeliz Cervo percebeu que as pernas das quais tanto se lamentara, com toda certeza o teriam posto a salvo do perigo, isso se aqueles vistosos e, naquele momento inúteis e indesejáveis ornamentos de sua cabeça, não o tivesse impedido.
Moral da História 1:
Com frequência nos preocupamos mais com o aspecto das coisas inúteis e deixamos em segundo plano aquilo que de fato tem Valor...
Moral da História 2:
Somos um composto de pontos fracos e pontos fortes. Trabalhar os fracos com a ajuda dos fortes é um gesto de sensatez e inteligência.
Um Jovem Cervo, que estava bebendo água num córrego de água cristalina, viu a si mesmo refletido na límpida água. Ficou encantado com as formas e arcos dos seus imponentes chifres, mas, no entanto, ficou muito decepcionado e envergonhado com suas delgadas pernas.
E suspirou: “Como é possível tal coisa, ser dotado de tão desprezíveis e desajeitadas pernas, quando, ao mesmo tempo, fui agraciado com tão bela e majestosa coroa...”
Nesse momento ele sentiu o cheiro de uma pantera, que de repente saltou de dentro do mato onde estava à sua espreita, na expectativa de capturá-lo. Mas, apesar de ser mais ágil e ser dotado de mais velocidade, seus largos chifres ficavam presos nos galhos das árvores, impedindo sua fuga, e não permitindo que se pusesse a salvo do seu agressor.
Desse modo, em pouco tempo, seu carrasco o alcançou até com facilidade. Então o infeliz Cervo percebeu que as pernas das quais tanto se lamentara, com toda certeza o teriam posto a salvo do perigo, isso se aqueles vistosos e, naquele momento inúteis e indesejáveis ornamentos de sua cabeça, não o tivesse impedido.
Moral da História 1:
Com frequência nos preocupamos mais com o aspecto das coisas inúteis e deixamos em segundo plano aquilo que de fato tem Valor...
Moral da História 2:
Somos um composto de pontos fracos e pontos fortes. Trabalhar os fracos com a ajuda dos fortes é um gesto de sensatez e inteligência.
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