Ouvir "Rota do Sol #29 Saná, Iêmen"
Sinopse do Episódio
Saná é a capital oficial e a maior cidade do Iêmen. Localizada no oeste do interior do país, é uma das capitais mais elevadas do mundo (2.000 metros de altitude) e uma das mais antigas também (habitada há mais de 2.500 anos).
A tradição iemenita conta que Saná foi fundada por Sem — filho mais velho de Noé e patriarca do povo semita. Nos tempos antigos, o nome da cidade era Azal, por causa de Uzal, bisneto de Sem e fundador da tribo árabe que habitou Saná por gerações.
A cidade foi um centro religioso para cristãos e judeus até ser islamizada em 632, por Ali (o quarto califa e genro do profeta Maomé), transformando-se em um importante ponto de disseminação do Islã na região. Saná logo ganhou sua Grande Mesquita — a primeira construída fora das cidades sagradas de Meca e Medina e uma das mais antigas do mundo.
Saná está dividida em duas partes: a Cidade Nova e a Cidade Velha, sendo esta última Patrimônio Mundial da Unesco, desde 1986. Duas atrações turísticas bastante populares são o Mercado do Sal e o "Portão do Iêmen” — o único portão histórico (com mais de mil anos) que ainda existe nas muralhas da cidade. Grande parte do patrimônio arqueológico da Cidade Velha está sendo danificado pelo atual conflito no país, além de fatores climáticos, como as inundações e chuvas fortes que, em 2020, levaram edifícios históricos ao desmoronamento. A parte nova — uma expansão urbana com muitos bairros e edifícios modernos — surgiu a partir da década de 1960.
A população de Saná é muito jovem: quase 60% têm menos de 18 anos, e 12%, entre 15 e 24 anos. A cidade tem uma rica tradição musical e é particularmente conhecida pelo estilo musical chamado al-Ghina al-Sanani ou "a canção de Saná", surgido no século 14 e declarado, em 2003, Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco. Já o esporte mais popular — não só na capital, mas em todo o país — é o futebol.
Desde 2015, com a guerra civil no Iêmen e a tomada de Saná pelos rebeldes hutis (um grupo radical xiita zaidita), a capital do país foi transferida provisoriamente para a cidade de Aden.
O Iêmen é o país mais pobre da Península Arábica, e o conflito local é descrito pela ONU como a “maior crise humanitária do mundo atual”, pior que a guerra na Síria. A população do país tem passado fome, e a desnutrição ameaça a vida de milhares de crianças.
O Iêmen também é um dos países com maior escassez de água do mundo, e Saná pode se tornar a primeira capital nacional a esgotar completamente seu abastecimento de água. O acesso à água potável é muito limitado, e sua qualidade é duvidosa. Além disso, nos últimos anos, surtos de cólera, sarampo e, mais recentemente, o coronavírus também têm atingido duramente a cidade de Saná.
Deus, foste buscado pelos iemenitas que não perguntavam por ti; foste achado pelos iemenitas que não te buscavam; ao povo iemenita que não se chamava do teu nome, disseste: Eis-me aqui, eis-me aqui. (Cf. Isaías 65.1 ARA).
VAMOS ORAR:
Pelo fim da guerra no Iêmen e pela reconstrução e segurança do país. Cremos que só Jesus pode dar a paz duradoura;
Para que Deus sustente o povo iemenita, que há tantos anos passa por todo tipo de dificuldades;
Por proteção para os crentes de origem muçulmana. Deixar o Islã é proibido por lei e punível com pena de morte;
Por obreiros que estejam dispostos a ir a Saná para levar o amor de Jesus; por estratégia e sabedoria para entrar na cidade e compartilhar de Cristo, pois isso é proibido por lei no país;
Clamemos para que, pelo menos, 10% dos iemenitas creiam em Jesus até 2030.
A tradição iemenita conta que Saná foi fundada por Sem — filho mais velho de Noé e patriarca do povo semita. Nos tempos antigos, o nome da cidade era Azal, por causa de Uzal, bisneto de Sem e fundador da tribo árabe que habitou Saná por gerações.
A cidade foi um centro religioso para cristãos e judeus até ser islamizada em 632, por Ali (o quarto califa e genro do profeta Maomé), transformando-se em um importante ponto de disseminação do Islã na região. Saná logo ganhou sua Grande Mesquita — a primeira construída fora das cidades sagradas de Meca e Medina e uma das mais antigas do mundo.
Saná está dividida em duas partes: a Cidade Nova e a Cidade Velha, sendo esta última Patrimônio Mundial da Unesco, desde 1986. Duas atrações turísticas bastante populares são o Mercado do Sal e o "Portão do Iêmen” — o único portão histórico (com mais de mil anos) que ainda existe nas muralhas da cidade. Grande parte do patrimônio arqueológico da Cidade Velha está sendo danificado pelo atual conflito no país, além de fatores climáticos, como as inundações e chuvas fortes que, em 2020, levaram edifícios históricos ao desmoronamento. A parte nova — uma expansão urbana com muitos bairros e edifícios modernos — surgiu a partir da década de 1960.
A população de Saná é muito jovem: quase 60% têm menos de 18 anos, e 12%, entre 15 e 24 anos. A cidade tem uma rica tradição musical e é particularmente conhecida pelo estilo musical chamado al-Ghina al-Sanani ou "a canção de Saná", surgido no século 14 e declarado, em 2003, Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco. Já o esporte mais popular — não só na capital, mas em todo o país — é o futebol.
Desde 2015, com a guerra civil no Iêmen e a tomada de Saná pelos rebeldes hutis (um grupo radical xiita zaidita), a capital do país foi transferida provisoriamente para a cidade de Aden.
O Iêmen é o país mais pobre da Península Arábica, e o conflito local é descrito pela ONU como a “maior crise humanitária do mundo atual”, pior que a guerra na Síria. A população do país tem passado fome, e a desnutrição ameaça a vida de milhares de crianças.
O Iêmen também é um dos países com maior escassez de água do mundo, e Saná pode se tornar a primeira capital nacional a esgotar completamente seu abastecimento de água. O acesso à água potável é muito limitado, e sua qualidade é duvidosa. Além disso, nos últimos anos, surtos de cólera, sarampo e, mais recentemente, o coronavírus também têm atingido duramente a cidade de Saná.
Deus, foste buscado pelos iemenitas que não perguntavam por ti; foste achado pelos iemenitas que não te buscavam; ao povo iemenita que não se chamava do teu nome, disseste: Eis-me aqui, eis-me aqui. (Cf. Isaías 65.1 ARA).
VAMOS ORAR:
Pelo fim da guerra no Iêmen e pela reconstrução e segurança do país. Cremos que só Jesus pode dar a paz duradoura;
Para que Deus sustente o povo iemenita, que há tantos anos passa por todo tipo de dificuldades;
Por proteção para os crentes de origem muçulmana. Deixar o Islã é proibido por lei e punível com pena de morte;
Por obreiros que estejam dispostos a ir a Saná para levar o amor de Jesus; por estratégia e sabedoria para entrar na cidade e compartilhar de Cristo, pois isso é proibido por lei no país;
Clamemos para que, pelo menos, 10% dos iemenitas creiam em Jesus até 2030.
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