Ouvir "Episódio 92 - Nós precisamos de milagres para termos fé?"
Sinopse do Episódio
Texto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[30/07/2020 – Devocional] Deuteronômio 7:1-11 + Isaías 56 + I Coríntios 10
No que baseamos a nossa fé e esperança em Deus? Será que aqueles que experimentaram grande milagre se tornam cristãos mais fervorosos? Tornam-se pessoas que erram menos ou que amam ao Senhor com mais intensidade?
Infelizmente a resposta para isso é *não*!
E por quê?
A resposta vem do texto de hoje, em I Coríntios 10.
“1Portanto, irmãos, não quero que ignoreis que nossos antepassados estiveram todos debaixo da nuvem e todos passaram pelo mar. 2Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar. 3Todos comeram do mesmo alimento espiritual, 4e todos beberam da mesma bebida espiritual, porque tinham a sede saciada pela rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. 5Entretanto, *Deus não se agradou da maioria deles*; e, por isso, seus corpos ficaram espalhados pelo chão do deserto.”
Paulo está falando sobre os tempos passados, quando o povo ainda estava no deserto. E o que ele explica? Que todos estiveram debaixo da nuvem e todos passaram pelo mar. O que é isso? Não sei se você lembra, mas quando o povo de Israel foi liberto da escravidão do Egito, eles foram perseguidos no deserto. E chegaram até um lugar que havia um mar, o Mar Vermelho. E ficaram entre o mar de um lado e o exército do Egito do outro. Mas Deus fez soprar um vento e o mar se abriu, e o povo passou a pé, pelo meio do mar.
Algo bem cinematográfico, não é verdade? Um milagre incrível. E o que isso gerou? Mudança de vida? Não. Uma fé sem precedentes? Não. Bastou chegar do outro lado para o povo começar a reclamar, desejando retornar à vida anterior.
Ao longo desse tempo no deserto, Deus também proveu, de forma sobrenatural, uma nuvem para acompanha-los durante o dia, e uma coluna de fogo, durante a noite. De forma que não sofriam de calor excessivo, nem de frio e escuridão a noite, além de sempre saberem para onde estavam indo. Algo espetacular, manifestando o amor de Deus em forma de milagre, todos os dias.
E o que isso gerou? Uma geração de apaixonados, operando sinais e maravilhas? Não. A natureza rebelde do povo ficou mais evidente do que os milagres que aconteciam diante dos olhos deles. E por quê? (continua)
[30/07/2020 – Devocional] Deuteronômio 7:1-11 + Isaías 56 + I Coríntios 10
No que baseamos a nossa fé e esperança em Deus? Será que aqueles que experimentaram grande milagre se tornam cristãos mais fervorosos? Tornam-se pessoas que erram menos ou que amam ao Senhor com mais intensidade?
Infelizmente a resposta para isso é *não*!
E por quê?
A resposta vem do texto de hoje, em I Coríntios 10.
“1Portanto, irmãos, não quero que ignoreis que nossos antepassados estiveram todos debaixo da nuvem e todos passaram pelo mar. 2Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar. 3Todos comeram do mesmo alimento espiritual, 4e todos beberam da mesma bebida espiritual, porque tinham a sede saciada pela rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. 5Entretanto, *Deus não se agradou da maioria deles*; e, por isso, seus corpos ficaram espalhados pelo chão do deserto.”
Paulo está falando sobre os tempos passados, quando o povo ainda estava no deserto. E o que ele explica? Que todos estiveram debaixo da nuvem e todos passaram pelo mar. O que é isso? Não sei se você lembra, mas quando o povo de Israel foi liberto da escravidão do Egito, eles foram perseguidos no deserto. E chegaram até um lugar que havia um mar, o Mar Vermelho. E ficaram entre o mar de um lado e o exército do Egito do outro. Mas Deus fez soprar um vento e o mar se abriu, e o povo passou a pé, pelo meio do mar.
Algo bem cinematográfico, não é verdade? Um milagre incrível. E o que isso gerou? Mudança de vida? Não. Uma fé sem precedentes? Não. Bastou chegar do outro lado para o povo começar a reclamar, desejando retornar à vida anterior.
Ao longo desse tempo no deserto, Deus também proveu, de forma sobrenatural, uma nuvem para acompanha-los durante o dia, e uma coluna de fogo, durante a noite. De forma que não sofriam de calor excessivo, nem de frio e escuridão a noite, além de sempre saberem para onde estavam indo. Algo espetacular, manifestando o amor de Deus em forma de milagre, todos os dias.
E o que isso gerou? Uma geração de apaixonados, operando sinais e maravilhas? Não. A natureza rebelde do povo ficou mais evidente do que os milagres que aconteciam diante dos olhos deles. E por quê? (continua)
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