Ouvir "Episódio 435 - Tem luz natural na sua casa? E em você?"
Sinopse do Episódio
Texto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[26/11/2021 – Devocional] Amós 2:6-3:8 + I Crônicas 1 + Marcos 12:28-44 e para o início de Hannukah, dia 28/11, Números 7:1-29.
Hoje vamos nos preparar para a Festa de Hannukah que começa na noite deste domingo, dia 28/11. São 8 dias de celebração, e em cada dia, na semana que vem, falarei um bocadinho sobre este evento. Por agora, o que você precisa saber é que essa festa não está na Bíblia hebraica, nem na nossa. Ela é narrada nos livros apócrifos de I e II Macabeus. Há diversas teorias sobre a instituição da festa, mas em todas elas a essência do que se celebra é: a capacidade de resistir diante dos ataques dos inimigos. O templo de Jerusalém havia sido dominado, e totalmente devastado. Jerusalém caíra nas mãos do inimigo. Eles eram muito numerosos. O povo muito pouco conseguia fazer. E para piorar, o novo domínio sobre Jerusalém foi distorcendo, aos poucos, a forma de pensar das pessoas, fazendo-as abandonar a fé. Muitos foram se perdendo. Mas, um grupo resolveu se rebelar e lutar contra essa influência. Algumas pessoas escolheram se posicionar contra os ataques na mentalidade. E contra os abusos que eram praticados no templo de adoração a Deus. É como se alguém entrasse nas igrejas e fizesse sexo lá no púlpito. Um escândalo. Uma abominação. Não pelo sexo em si, claro, porque Deus criou o sexo, no casamento. Mas no púlpito seria algo que desrespeitaria terrivelmente o local de adoração ao Senhor.
(Continua...)
[26/11/2021 – Devocional] Amós 2:6-3:8 + I Crônicas 1 + Marcos 12:28-44 e para o início de Hannukah, dia 28/11, Números 7:1-29.
Hoje vamos nos preparar para a Festa de Hannukah que começa na noite deste domingo, dia 28/11. São 8 dias de celebração, e em cada dia, na semana que vem, falarei um bocadinho sobre este evento. Por agora, o que você precisa saber é que essa festa não está na Bíblia hebraica, nem na nossa. Ela é narrada nos livros apócrifos de I e II Macabeus. Há diversas teorias sobre a instituição da festa, mas em todas elas a essência do que se celebra é: a capacidade de resistir diante dos ataques dos inimigos. O templo de Jerusalém havia sido dominado, e totalmente devastado. Jerusalém caíra nas mãos do inimigo. Eles eram muito numerosos. O povo muito pouco conseguia fazer. E para piorar, o novo domínio sobre Jerusalém foi distorcendo, aos poucos, a forma de pensar das pessoas, fazendo-as abandonar a fé. Muitos foram se perdendo. Mas, um grupo resolveu se rebelar e lutar contra essa influência. Algumas pessoas escolheram se posicionar contra os ataques na mentalidade. E contra os abusos que eram praticados no templo de adoração a Deus. É como se alguém entrasse nas igrejas e fizesse sexo lá no púlpito. Um escândalo. Uma abominação. Não pelo sexo em si, claro, porque Deus criou o sexo, no casamento. Mas no púlpito seria algo que desrespeitaria terrivelmente o local de adoração ao Senhor.
(Continua...)
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