Ouvir "Episódio 326 - O que uma tragédia pode nos ensinar sobre a vida?"
Sinopse do Episódio
Texto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[28/06/2021 – Devocional] Números 25:10-18 + Juízes 19 + Mateus 17
Há dois motivos especiais para esta pergunta de hoje. O primeiro está no calendário judaico, nestes dias que estamos vivendo. O segundo, no texto do devocional de hoje, em Mateus 17.
Ontem, ao cair do sol, iniciou-se o jejum do 17˚ dia do mês de Tammuz. Esse dia é conhecido por Shivah Asar B’Tammuz, e com ele se inicia um período de três semanas de lamento, em que se faz memória da destruição de Jerusalém e dos dois templos, entre outras coisas.
Embora haja certa divergência sobre as datas exatas dessa ocorrência, nesse período, se estabeleceu, que haveria jejum e recordação pelas perdas. No dia 17 do mês de Tammuz, isto é, da noite de ontem, até o pôr do sol de hoje, faz-se jejum em memória ao dia em que os romanos romperam as muralhas de Jerusalém, no ano de 69 d.C. A celebração vai até o dia 9 do mês de Av, chamado de Tisha B’Av, que para nós cai no dia 18 de julho, e que é considerado o dia mais triste do calendário judaico. Neste dia diversas tragédias aconteceram, como a destruição dos dois templos (sim, aconteceram no mesmo dia), o dia em que o povo chorou porque os espias afirmaram que a terra prometida era inconquistável, o dia em que os judeus foram expulsos da Inglaterra, no ano de 1290 d.C., dia em que foram expulsos da Espanha, em 1492, o início da Primeira Guerra Mundial e por aí vai. Então, é um dia de grande tristeza. Durante este dia, lê-se o livro de Lamentações de Jeremias. Mas, como se “comemora” tragédias? É isso que esse período representa?
Quando estamos tristes, não conseguimos enxergar adiante. O suspiro fica suspenso, o olhar, embaçado pelas lágrimas, e na boca, entreaberta, as palavras faltam. Em meio ao nosso sofrimento, como é que se pode aprender alguma coisa?
(Continua...)
[28/06/2021 – Devocional] Números 25:10-18 + Juízes 19 + Mateus 17
Há dois motivos especiais para esta pergunta de hoje. O primeiro está no calendário judaico, nestes dias que estamos vivendo. O segundo, no texto do devocional de hoje, em Mateus 17.
Ontem, ao cair do sol, iniciou-se o jejum do 17˚ dia do mês de Tammuz. Esse dia é conhecido por Shivah Asar B’Tammuz, e com ele se inicia um período de três semanas de lamento, em que se faz memória da destruição de Jerusalém e dos dois templos, entre outras coisas.
Embora haja certa divergência sobre as datas exatas dessa ocorrência, nesse período, se estabeleceu, que haveria jejum e recordação pelas perdas. No dia 17 do mês de Tammuz, isto é, da noite de ontem, até o pôr do sol de hoje, faz-se jejum em memória ao dia em que os romanos romperam as muralhas de Jerusalém, no ano de 69 d.C. A celebração vai até o dia 9 do mês de Av, chamado de Tisha B’Av, que para nós cai no dia 18 de julho, e que é considerado o dia mais triste do calendário judaico. Neste dia diversas tragédias aconteceram, como a destruição dos dois templos (sim, aconteceram no mesmo dia), o dia em que o povo chorou porque os espias afirmaram que a terra prometida era inconquistável, o dia em que os judeus foram expulsos da Inglaterra, no ano de 1290 d.C., dia em que foram expulsos da Espanha, em 1492, o início da Primeira Guerra Mundial e por aí vai. Então, é um dia de grande tristeza. Durante este dia, lê-se o livro de Lamentações de Jeremias. Mas, como se “comemora” tragédias? É isso que esse período representa?
Quando estamos tristes, não conseguimos enxergar adiante. O suspiro fica suspenso, o olhar, embaçado pelas lágrimas, e na boca, entreaberta, as palavras faltam. Em meio ao nosso sofrimento, como é que se pode aprender alguma coisa?
(Continua...)
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