Ouvir "Episódio 109 - Você é responsável por proteger o seu irmão?"
Sinopse do Episódio
Texto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[25/08/2020 – Devocional] Deuteronômio 22 + Jeremias 8 + 2 Coríntios 11
Durante uma visita ao Yad Vashem, o museu do Holocausto em Israel, e vi muitas coisas impressionantes. Já na entrada, há um versículo escrito em pedra, que dá origem ao nome do lugar: "E a eles darei a minha casa e dentro dos meus muros um memorial e um nome (Yad Vashem) que não será arrancado." (Isaías 56:5.)
Andar pelo museu gera um impacto emocional, espiritual e físico que não dá para descrever, e muitas coisas eu anotei em meu caderninho, enquanto passava por ali. Uma delas me veio a mente quando lia o devocional hoje.
Em Deuteronômio 22 lemos:
“1Se o boi ou a ovelha de um israelita se extraviar e tu perceberes o ocorrido, não fiques indiferente à fuga deles. Deves fazê-los retornar a seu dono. 2Se esse irmão não for teu vizinho, ou caso não o conheças, recolhe o animal fugitivo em tua propriedade e guarda-o até que teu irmão o procure; então o devolverás a seu dono. 3O mesmo farás com o jumento, com a capa e com qualquer objeto que teu compatriota tenha perdido e que encontres. Não fiques indiferente ao fato. 4Se vês o jumento ou o boi que pertence a outro israelita caído no caminho, não o ignores: ajuda-o a pô-lo em pé novamente.”
Esse texto nos apresenta a responsabilidade que temos sobre os bens de nossos irmãos. Ao ver que meu irmão perdeu alguma coisa, mesmo que ele ainda não tenha se dado conta, a minha obrigação é guardar e cuidar. Não posso ficar indiferente ao fato.
Isso pode ser aplicado em outras áreas da nossa vida também. Se nós virmos, por exemplo, os filhos de algum irmão se desviando do caminho? Podemos ficar indiferentes? Não. Nosso papel é ajuda-lo a ficar de pé novamente. Não podemos ignorar o fato. Nossas orações, agora que sabemos, devem ser colocadas em prática, para sustentar aquela família.
Mas, infelizmente, na maioria das vezes, gastamos mais tempo com comentários e críticas do que com orações. Somos rápidos para falar e lentos no agir. Optamos por fazer a fofoca, contar o ocorrido, criticar o acontecimento, do que atuar como Deus nos ensina aqui neste texto. Pensamos: “ah, é a vida dele, não vou me meter” e permanecemos indiferentes, ignorando o que estamos vendo. (continua)
[25/08/2020 – Devocional] Deuteronômio 22 + Jeremias 8 + 2 Coríntios 11
Durante uma visita ao Yad Vashem, o museu do Holocausto em Israel, e vi muitas coisas impressionantes. Já na entrada, há um versículo escrito em pedra, que dá origem ao nome do lugar: "E a eles darei a minha casa e dentro dos meus muros um memorial e um nome (Yad Vashem) que não será arrancado." (Isaías 56:5.)
Andar pelo museu gera um impacto emocional, espiritual e físico que não dá para descrever, e muitas coisas eu anotei em meu caderninho, enquanto passava por ali. Uma delas me veio a mente quando lia o devocional hoje.
Em Deuteronômio 22 lemos:
“1Se o boi ou a ovelha de um israelita se extraviar e tu perceberes o ocorrido, não fiques indiferente à fuga deles. Deves fazê-los retornar a seu dono. 2Se esse irmão não for teu vizinho, ou caso não o conheças, recolhe o animal fugitivo em tua propriedade e guarda-o até que teu irmão o procure; então o devolverás a seu dono. 3O mesmo farás com o jumento, com a capa e com qualquer objeto que teu compatriota tenha perdido e que encontres. Não fiques indiferente ao fato. 4Se vês o jumento ou o boi que pertence a outro israelita caído no caminho, não o ignores: ajuda-o a pô-lo em pé novamente.”
Esse texto nos apresenta a responsabilidade que temos sobre os bens de nossos irmãos. Ao ver que meu irmão perdeu alguma coisa, mesmo que ele ainda não tenha se dado conta, a minha obrigação é guardar e cuidar. Não posso ficar indiferente ao fato.
Isso pode ser aplicado em outras áreas da nossa vida também. Se nós virmos, por exemplo, os filhos de algum irmão se desviando do caminho? Podemos ficar indiferentes? Não. Nosso papel é ajuda-lo a ficar de pé novamente. Não podemos ignorar o fato. Nossas orações, agora que sabemos, devem ser colocadas em prática, para sustentar aquela família.
Mas, infelizmente, na maioria das vezes, gastamos mais tempo com comentários e críticas do que com orações. Somos rápidos para falar e lentos no agir. Optamos por fazer a fofoca, contar o ocorrido, criticar o acontecimento, do que atuar como Deus nos ensina aqui neste texto. Pensamos: “ah, é a vida dele, não vou me meter” e permanecemos indiferentes, ignorando o que estamos vendo. (continua)
ZARZA We are Zarza, the prestigious firm behind major projects in information technology.