Ouvir "Governo Bolsonaro cobrou propina para aquisição de vacinas"
Sinopse do Episódio
O governo Bolsonaro teria pedido US$ 1 de por dose de vacina, para fechar um contrato de compra de imunizante contra a covid-19. O diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, teria exigido a contrapartida do representante da empresa Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, em um jantar em Brasília no dia 25 de fevereiro, segundo reportagem da Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3AepYGs).
Roberto Dias foi indicado ao cargo pelo líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). A empresa Davati buscou a pasta para negociar 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca com uma proposta de US$ 3,5 por cada. Conforme apuração do G1 (https://glo.bo/3dqjLx6), a AstraZeneca não tem intermediários no Brasil. Segundo Dominguetti, ele não teria aceitado fazer o acordo com o pagamento de propina e depois disso não teria conseguido evoluir nas negociações com o Ministério Saúde.
Todas estas tratativas ocorreram um dia após o país ter atingido a marca de 250 mil mortos pela pandemia de coronavírus. Os senadores da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid vão ouvir na próxima sexta-feira (2) Dominguetti, aponta o Congresso em Foco (https://bit.ly/2TmNuAr). O diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, será exonerado do cargo nesta quarta-feira (30), informa a CNN (https://bit.ly/363qRDG).
O Brasil registrou hoje 1.917 novas mortes de covid-19, elevando o total para mais de 516 mil óbitos desde o início da pandemia, reporta o UOL (https://bit.ly/3y27yXi).
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu à ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, para esperar o fim das investigações da CPI da Covid sobre a compra da vacina Covaxin antes de decidir sobre a notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro. Um grupo de senadores da Comissão encaminhou ao STF a notícia-crime na segunda-feira (28) e Rosa Weber enviou o caso para a PGR, protocolo comum nesse tipo de situação, lembra o G1 (https://glo.bo/3AcpqAR). Os parlamentares querem que a Procuradoria investigue se Bolsonaro cometeu crime de prevaricaçãoao não acionar a Polícia Federal ao saber da possível irregularidade na compra da vacina indiana Covaxin.
Roberto Dias foi indicado ao cargo pelo líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). A empresa Davati buscou a pasta para negociar 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca com uma proposta de US$ 3,5 por cada. Conforme apuração do G1 (https://glo.bo/3dqjLx6), a AstraZeneca não tem intermediários no Brasil. Segundo Dominguetti, ele não teria aceitado fazer o acordo com o pagamento de propina e depois disso não teria conseguido evoluir nas negociações com o Ministério Saúde.
Todas estas tratativas ocorreram um dia após o país ter atingido a marca de 250 mil mortos pela pandemia de coronavírus. Os senadores da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid vão ouvir na próxima sexta-feira (2) Dominguetti, aponta o Congresso em Foco (https://bit.ly/2TmNuAr). O diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, será exonerado do cargo nesta quarta-feira (30), informa a CNN (https://bit.ly/363qRDG).
O Brasil registrou hoje 1.917 novas mortes de covid-19, elevando o total para mais de 516 mil óbitos desde o início da pandemia, reporta o UOL (https://bit.ly/3y27yXi).
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu à ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, para esperar o fim das investigações da CPI da Covid sobre a compra da vacina Covaxin antes de decidir sobre a notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro. Um grupo de senadores da Comissão encaminhou ao STF a notícia-crime na segunda-feira (28) e Rosa Weber enviou o caso para a PGR, protocolo comum nesse tipo de situação, lembra o G1 (https://glo.bo/3AcpqAR). Os parlamentares querem que a Procuradoria investigue se Bolsonaro cometeu crime de prevaricaçãoao não acionar a Polícia Federal ao saber da possível irregularidade na compra da vacina indiana Covaxin.
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