Ouvir "Governadores entram em campo para tentar estancar a crise entre os poderes"
Sinopse do Episódio
A recondução de Augusto Aras a um novo período de dois anos no cargo de procurador-geral da República foi aprovada no Senado na noite de terça-feira (24) por 55 votos a 10 e uma abstenção. A CNN (https://bit.ly/3gu1ZuK) informou que a Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou a recondução dele, que antes passou por uma sabatina por cerca de 6 horas. Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Aras está no comando da PGR desde 2019. A Folha de S. Paulo (https://bit.ly/3ksxeaK) reforçou que a recondução ocorreu em meio a uma crise institucional em razão dos ataques de Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Falando em STF e Bolsonaro, a Polícia Federal deve ouvir nesta semana o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, e o ministro da Secretária-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, no inquérito das fake news, que apura as sequenciais investidas do presidente ao sistema eleitoral, noticiou o G1(https://glo.bo/3DoWPtR). O foco está na live de Bolsonaro feita em julho, que falhou em mostrar provas sobre supostas fraudes nas urnas eletrônicas.
A PF, inclusive, monitora as ações de Steve Bannon, ex-estrategista do ex-presidente americano Donald Trump, citou o Estadão (https://bit.ly/3sNNNlc). Ele tem atacado instituições brasileiras e seus atos miram nas eleições de 2022. As suspeitas indicam que ele seria um dos mentores de milícias digitais atuantes no Brasil que reproduzem o discurso de Bolsonaro sobre o sistema eleitoral.
A cúpula da CPI da Covid se reuniu com o ministro do STF Alexandre de Moraes para pedir acesso ao inquérito das fake news, o que foi aceito, reportou o Poder 360 (https://bit.ly/2XLmD2G). O encontro serviu para demonstrar apoio dos senadores ao magistrado contra o pedido de impeachment de Bolsonaro. O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), disse que os dados ajudarão nas investigações sobre a disseminação de informações falsas a respeito do tratamento precoce.
Ontem, Emanuel Catori, sócio da farmacêutica Belcher, falou na CPI da Covid, que foca na atuação de empresas na compra de imunizantes. A empresa se dizia representante do laboratório chinês CanSino, fabricante da vacina Convidecia, em acordos com o Executivo. Catori admitiu ter se reunido em abril com Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, por intermédio do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), mas negou vínculo comercial com o parlamentar, citou o UOL (https://bit.ly/3y9q1B6).
Falando em STF e Bolsonaro, a Polícia Federal deve ouvir nesta semana o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, e o ministro da Secretária-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, no inquérito das fake news, que apura as sequenciais investidas do presidente ao sistema eleitoral, noticiou o G1(https://glo.bo/3DoWPtR). O foco está na live de Bolsonaro feita em julho, que falhou em mostrar provas sobre supostas fraudes nas urnas eletrônicas.
A PF, inclusive, monitora as ações de Steve Bannon, ex-estrategista do ex-presidente americano Donald Trump, citou o Estadão (https://bit.ly/3sNNNlc). Ele tem atacado instituições brasileiras e seus atos miram nas eleições de 2022. As suspeitas indicam que ele seria um dos mentores de milícias digitais atuantes no Brasil que reproduzem o discurso de Bolsonaro sobre o sistema eleitoral.
A cúpula da CPI da Covid se reuniu com o ministro do STF Alexandre de Moraes para pedir acesso ao inquérito das fake news, o que foi aceito, reportou o Poder 360 (https://bit.ly/2XLmD2G). O encontro serviu para demonstrar apoio dos senadores ao magistrado contra o pedido de impeachment de Bolsonaro. O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), disse que os dados ajudarão nas investigações sobre a disseminação de informações falsas a respeito do tratamento precoce.
Ontem, Emanuel Catori, sócio da farmacêutica Belcher, falou na CPI da Covid, que foca na atuação de empresas na compra de imunizantes. A empresa se dizia representante do laboratório chinês CanSino, fabricante da vacina Convidecia, em acordos com o Executivo. Catori admitiu ter se reunido em abril com Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, por intermédio do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), mas negou vínculo comercial com o parlamentar, citou o UOL (https://bit.ly/3y9q1B6).
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