Ouvir "Dez partidos lançam manifesto defendendo a democracia e em solidariedade a Alexandre de Moraes"
Sinopse do Episódio
Dirigentes nacionais de dez partidos emitiram notas neste domingo (22) em que reafirmam o compromisso com a manutenção da democracia e prestam solidariedade ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) apresentou um pedido de impeachment contra Moraes na última sexta-feira (20).
PDT, PSB, Cidadania, PCdoB, PV, Rede e PT assinam um dos textos, que estende a solidariedade ao ministro do STF Luis Roberto Barroso, que também tem sido atacado por Bolsonaro. Outra nota, assinada por MDB, DEM e PSDB, afirma que o pedido de impeachment é "injustificado" e "claramente revestido de caráter político", aponta o G1.
O pedido foi assinado unicamente por Bolsonaro. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que analisará o documento, mas não antevê motivos para o impeachment – e voltou a cobrar diálogo entre os chefes de poderes.
Os ataques do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à democracia e a ameaça de não aceitar as eleições de 2022, caso não seja adotado o voto impresso, levaram cinco ex-presidentes da República a procurar contatos com militares para saber a disposição dos quartéis. A resposta foi de que o Exército não embarcaria em uma aventura. Os ex-presidentes que se mobilizaram são Michel Temer, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, José Sarney e Fernando Collor.
O UOL destaca que integrantes das Forças Armadas temem a aproximação de Bolsonaro com as Polícias Militares, onde a cadeia de comando seria rompida mais facilmente. O Exército tem monitorado a situação.
PDT, PSB, Cidadania, PCdoB, PV, Rede e PT assinam um dos textos, que estende a solidariedade ao ministro do STF Luis Roberto Barroso, que também tem sido atacado por Bolsonaro. Outra nota, assinada por MDB, DEM e PSDB, afirma que o pedido de impeachment é "injustificado" e "claramente revestido de caráter político", aponta o G1.
O pedido foi assinado unicamente por Bolsonaro. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que analisará o documento, mas não antevê motivos para o impeachment – e voltou a cobrar diálogo entre os chefes de poderes.
Os ataques do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à democracia e a ameaça de não aceitar as eleições de 2022, caso não seja adotado o voto impresso, levaram cinco ex-presidentes da República a procurar contatos com militares para saber a disposição dos quartéis. A resposta foi de que o Exército não embarcaria em uma aventura. Os ex-presidentes que se mobilizaram são Michel Temer, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, José Sarney e Fernando Collor.
O UOL destaca que integrantes das Forças Armadas temem a aproximação de Bolsonaro com as Polícias Militares, onde a cadeia de comando seria rompida mais facilmente. O Exército tem monitorado a situação.
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