Ouvir "#88: Cirurgia Robótica no Brasil: Transformando o Cenário Médico"
Sinopse do Episódio
No episódio de "Oxigenando Ideias para Saúde," Eduardo Mangione, CEO da epharma, e Luciane Garcia, Head de Branding e Produtos, discutem a revolução tecnológica no setor da saúde, destacando os avanços da cirurgia robótica na medicina.
O convidado do episódio, Dr. Sandro Cardoso, urologista cirurgião do Hospital Edmundo Vasconcelos, detalha a transformação que a cirurgia robótica trouxe ao Brasil. Ele explica que a cirurgia robótica é uma evolução da laparoscopia, oferecendo uma visualização tridimensional e braços articulados que proporcionam maior precisão e menos invasividade.
Dr. Sandro relata que, em nove meses, o hospital realizou mais de 100 cirurgias robóticas, suprindo uma demanda crescente entre os pacientes. Ele explica que o robô foi inicialmente desenvolvido para a cirurgia de próstata, devido à dificuldade de acesso na região pélvica.
Sobre a formação dos médicos, Dr. Sandro explica que há um treinamento rigoroso exigido pela empresa que fabrica o robô, onde os cirurgiões aprendem a manusear o equipamento de forma segura. Ele também menciona que os novos cirurgiões realizam suas primeiras cirurgias assistidos por um próctor experiente.
A conversa se expande para o impacto financeiro da tecnologia, destacando que o alto custo dos robôs ainda limita seu acesso, principalmente em hospitais menores e públicos. Eduardo e Dr. Sandro discutem a possibilidade de redução de custos com o aumento da concorrência no mercado de robôs.
Finalmente, o Dr. Sandro expressa otimismo sobre a democratização do acesso à tecnologia robótica no Brasil, projetando que, em 10 a 15 anos, hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão adquirir esses equipamentos, facilitando a realização de cirurgias robóticas em larga escala.
O convidado do episódio, Dr. Sandro Cardoso, urologista cirurgião do Hospital Edmundo Vasconcelos, detalha a transformação que a cirurgia robótica trouxe ao Brasil. Ele explica que a cirurgia robótica é uma evolução da laparoscopia, oferecendo uma visualização tridimensional e braços articulados que proporcionam maior precisão e menos invasividade.
Dr. Sandro relata que, em nove meses, o hospital realizou mais de 100 cirurgias robóticas, suprindo uma demanda crescente entre os pacientes. Ele explica que o robô foi inicialmente desenvolvido para a cirurgia de próstata, devido à dificuldade de acesso na região pélvica.
Sobre a formação dos médicos, Dr. Sandro explica que há um treinamento rigoroso exigido pela empresa que fabrica o robô, onde os cirurgiões aprendem a manusear o equipamento de forma segura. Ele também menciona que os novos cirurgiões realizam suas primeiras cirurgias assistidos por um próctor experiente.
A conversa se expande para o impacto financeiro da tecnologia, destacando que o alto custo dos robôs ainda limita seu acesso, principalmente em hospitais menores e públicos. Eduardo e Dr. Sandro discutem a possibilidade de redução de custos com o aumento da concorrência no mercado de robôs.
Finalmente, o Dr. Sandro expressa otimismo sobre a democratização do acesso à tecnologia robótica no Brasil, projetando que, em 10 a 15 anos, hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão adquirir esses equipamentos, facilitando a realização de cirurgias robóticas em larga escala.
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