Ouvir "O que há por trás do crime do momento"
Sinopse do Episódio
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
O Brasil se tornou o paraíso dos hackers! Parece que, a cada semana, há um grande vazamento de dados. Nossas informações estão à venda em diferentes sabores, para quem pagar alguns dinheiros, nos colocando em diferentes riscos.
Será que entramos na rota do crime organizado internacional, como a máfia russa? Aparentemente não: o problema vem daqui mesmo.
Na sexta, a Polícia Federal prendeu dois hackers, acusados do maior vazamento da nossa história, com dados de 223 milhões de pessoas e 40 milhões de empresas, vendidos por mais de R$ 260 mil. Mas o “covil” de um deles estava longe de ser um ambiente sofisticado, de altíssima tecnologia. Na verdade, tinha um computador popular e mobília barata.
Algo não bate aí, o que sugere que os dois presos seriam apenas peões de uma organização criminosa com lucros financeiros e políticos. Basta ver que um deles já vinha sendo investigado por divulgação de dados do TSE no primeiro turno das eleições de 2020, para que a população acreditasse menos nas urnas eletrônicas.
O buraco é muito mais embaixo. No meio desses interesses, sofremos nós. O Brasil precisa deixar de ser tão amador na segurança da informação.
O Brasil se tornou o paraíso dos hackers! Parece que, a cada semana, há um grande vazamento de dados. Nossas informações estão à venda em diferentes sabores, para quem pagar alguns dinheiros, nos colocando em diferentes riscos.
Será que entramos na rota do crime organizado internacional, como a máfia russa? Aparentemente não: o problema vem daqui mesmo.
Na sexta, a Polícia Federal prendeu dois hackers, acusados do maior vazamento da nossa história, com dados de 223 milhões de pessoas e 40 milhões de empresas, vendidos por mais de R$ 260 mil. Mas o “covil” de um deles estava longe de ser um ambiente sofisticado, de altíssima tecnologia. Na verdade, tinha um computador popular e mobília barata.
Algo não bate aí, o que sugere que os dois presos seriam apenas peões de uma organização criminosa com lucros financeiros e políticos. Basta ver que um deles já vinha sendo investigado por divulgação de dados do TSE no primeiro turno das eleições de 2020, para que a população acreditasse menos nas urnas eletrônicas.
O buraco é muito mais embaixo. No meio desses interesses, sofremos nós. O Brasil precisa deixar de ser tão amador na segurança da informação.
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