Ouvir "Na corrida da IA, não fique atrás do robô"
Sinopse do Episódio
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
A inteligência artificial produz coisas incríveis, mas não podemos perder nosso protagonismo!
Essa foi uma das minhas principais conclusões na semana passada em Boston (EUA), quando participei do Red Hat Summit, maior evento de software open source do mundo. Apesar desse modelo de desenvolvimento de programas aparecer a todo momento, a estrela da festa foi a inteligência artificial.
Algo que me chamou a atenção foi a preocupação da Red Hat e de seus executivos em demonstrar como essa tecnologia, por mais poderosa que seja, não deve fazer nada sozinha, precisando ser “treinada” com bons dados, com o ser humano ocupando o centro do processo.
O próprio CEO, Matt Hicks, abriu a conferência dizendo que esse é o “momento da IA”. Muitos dos principais anúncios do evento, como o Ansible Lightspeed e o OpenShift AI, embutiam um incrível poder da inteligência artificial na automação de tarefas, como geração de código a partir de pedidos simples em português, liberando o tempo das equipes para funções mais nobres.
Isso não quer dizer, entretanto, que os profissionais possam simplesmente “terceirizar” o raciocínio e a sua criatividade para as máquinas. Pelo contrário, por mais fabulosas que sejam essas ferramentas, elas pouco ajudam se o usuário não conhecer pelo menos o essencial do que os sistemas produzem.
Tanto é verdade que assistimos a casos de pessoas e de empresas que enfrentam grandes contratempos por usar plataformas generalistas de inteligência artificial (como o ChatGPT) de maneira descuidada. Precisamos ter em mente que, por mais que ela chegue a parecer mágica, não é infalível!
Convido você a ouvir esse episódio para entender melhor qual deve ser nosso papel nessa profunda revolução tecnológica. Nele, conto um pouco do que vi no Summit, incluindo trechos de entrevistas com alguns dos principais executivos da empresa, como o próprio Hicks.
E você, como acha que devemos nos portar diante dessas mudanças promovidas pela IA? Será que estamos realmente preparados para lidar com tudo isso?
A inteligência artificial produz coisas incríveis, mas não podemos perder nosso protagonismo!
Essa foi uma das minhas principais conclusões na semana passada em Boston (EUA), quando participei do Red Hat Summit, maior evento de software open source do mundo. Apesar desse modelo de desenvolvimento de programas aparecer a todo momento, a estrela da festa foi a inteligência artificial.
Algo que me chamou a atenção foi a preocupação da Red Hat e de seus executivos em demonstrar como essa tecnologia, por mais poderosa que seja, não deve fazer nada sozinha, precisando ser “treinada” com bons dados, com o ser humano ocupando o centro do processo.
O próprio CEO, Matt Hicks, abriu a conferência dizendo que esse é o “momento da IA”. Muitos dos principais anúncios do evento, como o Ansible Lightspeed e o OpenShift AI, embutiam um incrível poder da inteligência artificial na automação de tarefas, como geração de código a partir de pedidos simples em português, liberando o tempo das equipes para funções mais nobres.
Isso não quer dizer, entretanto, que os profissionais possam simplesmente “terceirizar” o raciocínio e a sua criatividade para as máquinas. Pelo contrário, por mais fabulosas que sejam essas ferramentas, elas pouco ajudam se o usuário não conhecer pelo menos o essencial do que os sistemas produzem.
Tanto é verdade que assistimos a casos de pessoas e de empresas que enfrentam grandes contratempos por usar plataformas generalistas de inteligência artificial (como o ChatGPT) de maneira descuidada. Precisamos ter em mente que, por mais que ela chegue a parecer mágica, não é infalível!
Convido você a ouvir esse episódio para entender melhor qual deve ser nosso papel nessa profunda revolução tecnológica. Nele, conto um pouco do que vi no Summit, incluindo trechos de entrevistas com alguns dos principais executivos da empresa, como o próprio Hicks.
E você, como acha que devemos nos portar diante dessas mudanças promovidas pela IA? Será que estamos realmente preparados para lidar com tudo isso?
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