Ouvir "Na batalha da desinformação, a verdade foi a primeira vítima e agora todos sofremos"
Sinopse do Episódio
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
Esse episódio foi gravado poucas horas antes dos brutais acontecimentos desse domingo em Brasília, por isso não faz referência a eles. Mas longe de invalidá-lo, a selvageria reforça a importância desse debate de alto nível.
Na primeira semana do novo governo, uma das ações mais polêmicas foi a criação da Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia, vinculada à AGU (Advocacia-Geral da União). Polêmica que ficou nanica diante do violento ataque à democracia. Mas justamente por isso, precisamos falar sobre ela, pois toca todos nós, em nossas telas pessoais.
A confusão em torno da nova Procuradoria, que tem como um dos objetivos o combate à desinformação, gira, entre outras coisas, pela definição apresentada para o termo, o que, argumentam alguns, poderia transformá-lo em um instrumento de censura.
Existe uma máxima que diz que, “em uma guerra, a primeira vítima é a verdade”. Qualquer que seja o lado do conflito, seus cidadãos nunca têm acesso ao ponto de vista e a informações do inimigo. Assim, seus governantes podem manipular os fatos e usá-los como uma “verdade” para seu benefício próprio. É o que se observa hoje claramente na guerra da Ucrânia.
Mas em tempos de redes sociais onipresentes e onipotentes, todos nós sofremos os efeitos de outro tipo de guerra inescapável, que culminou na destruição generalizada na praça dos Três Poderes neste domingo: a da dita desinformação.
Nela, apesar de estarmos todos “do mesmo lado”, cada pessoa recebe informações filtradas pelos algoritmos que a ajudam a reforçar pontos de vista existentes, incluindo preconceitos e mentiras. Também nesse caso, os grupos de poder manipulam os fatos, para criar “suas verdades”.
Por tudo isso, ninguém questiona a necessidade de se combater a desinformação, que rachou a sociedade brasileira e a levou à beira desse precipício político nunca visto desde a redemocratização.
Afinal, como nos livrarmos da desinformação?
Esse episódio foi gravado poucas horas antes dos brutais acontecimentos desse domingo em Brasília, por isso não faz referência a eles. Mas longe de invalidá-lo, a selvageria reforça a importância desse debate de alto nível.
Na primeira semana do novo governo, uma das ações mais polêmicas foi a criação da Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia, vinculada à AGU (Advocacia-Geral da União). Polêmica que ficou nanica diante do violento ataque à democracia. Mas justamente por isso, precisamos falar sobre ela, pois toca todos nós, em nossas telas pessoais.
A confusão em torno da nova Procuradoria, que tem como um dos objetivos o combate à desinformação, gira, entre outras coisas, pela definição apresentada para o termo, o que, argumentam alguns, poderia transformá-lo em um instrumento de censura.
Existe uma máxima que diz que, “em uma guerra, a primeira vítima é a verdade”. Qualquer que seja o lado do conflito, seus cidadãos nunca têm acesso ao ponto de vista e a informações do inimigo. Assim, seus governantes podem manipular os fatos e usá-los como uma “verdade” para seu benefício próprio. É o que se observa hoje claramente na guerra da Ucrânia.
Mas em tempos de redes sociais onipresentes e onipotentes, todos nós sofremos os efeitos de outro tipo de guerra inescapável, que culminou na destruição generalizada na praça dos Três Poderes neste domingo: a da dita desinformação.
Nela, apesar de estarmos todos “do mesmo lado”, cada pessoa recebe informações filtradas pelos algoritmos que a ajudam a reforçar pontos de vista existentes, incluindo preconceitos e mentiras. Também nesse caso, os grupos de poder manipulam os fatos, para criar “suas verdades”.
Por tudo isso, ninguém questiona a necessidade de se combater a desinformação, que rachou a sociedade brasileira e a levou à beira desse precipício político nunca visto desde a redemocratização.
Afinal, como nos livrarmos da desinformação?
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