Jornal da Live – edição 134 – 27 de setembro de 2022

28/09/2022 57 min
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Sinopse do Episódio

A tecnologia e novos comportamentos estão revolucionando o mundo do trabalho pós-pandemia. Mas infelizmente os benefícios dessas mudanças não chegam para todos.

Quando os escritórios foram reabertos, os gestores perceberam que os profissionais voltaram com outra cabeça, mais preocupados com o bem-estar, o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, a sustentabilidade e o impacto ambiental dos negócios. O trabalho deixou de ser apenas uma fonte de renda, e passou a ser também um espaço em que as pessoas buscam exercitar seu propósito pessoal e deixar um legado para a sociedade.

Com isso, muitas empresas estão revendo seus negócios e até seus valores, para conquistar e reter os melhores talentos. O trabalho híbrido se consolidou, com a possibilidade de se trabalhar alguns dias em casa. Por outro lado, os profissionais começaram a adotar novos comportamentos, como a “grande renúncia” –em que o profissional se demite para rapidamente se recolocar em um trabalho melhor– e a “demissão silenciosa” –quando se faz estritamente aquilo para que se foi contratado, negando até mesmo horas extras.

Infelizmente, para a maioria dos trabalhadores, essas novidades simplesmente não chegam. Mulheres e negros, por exemplo, experimentam muito pouco essas mudanças. Além de tradicionalmente ganharem menos que homens e brancos, consultorias indicam que profissionais desses grupos que adotam esses novos comportamentos acabam demitidos ou enfrentam dificuldade para progredir na carreira.

O que deve ser feito para se eliminar mais essa desigualdade no mundo do trabalho? Essas tendências vieram para ficar ou não passam de modismos? Como equilibrar direitos e deveres do lado de subordinados e de gestores, para uma vida profissional mais saudável e justa?

Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 134ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários!

Além desse assunto, na “notícia bizarra” dessa edição, vamos falar sobre um fenômeno que se repete a cada quatro anos e mantem viva uma paixão da infância de quem tem mais que 30 anos: os álbuns de figurinhas. A cada Copa do Mundo, os álbuns oficiais se tornam uma febre, e isso acontece com muito mais força no Brasil que em qualquer outro país. Até quando os álbuns impressos existirão? E por que eles mantêm sua força no país, mesmo com a digitalização da vida?