Jornal da Live – edição 130 – 30 de agosto de 2022

31/08/2022 1h 14min
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Sinopse do Episódio

Talvez você trabalhe demais, seu chefe abuse e você até reconheça isso, mas não sabe como escapar dessa “arapuca trabalhista”. Mas agora movimentos em vários países questionam tudo, buscando trabalhos saudáveis e equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Houve um tempo em que o sonho de muita gente era começar a carreira em uma empresa, crescer nela e ali ficar, até a aposentadoria. O trabalho era quase uma segunda família, que garantia segurança, mas abria espaço para abusos.

Isso ficou no passado, e a pandemia sacudiu ainda mais o mundo do trabalho, dando poder aos profissionais, especialmente em países desenvolvidos. Entre esses movimentos, está o trabalho híbrido, em que se vai ao escritório apenas em alguns dias da semana, com home office nos demais. Os EUA observam ainda o crescimento da “great resignation” (“grande renúncia”), uma explosão de demissões voluntárias para recolocação em empregos melhores. E a China tem o “tang ping” (“ficar deitadão”), em que chineses questionam os abusos comuns por lá. Agora surge o “quiet quitting” (“demissão silenciosa”), que propõe que se faça apenas aquilo pelo que se foi contratado, saindo sempre no horário, sem trabalho em casa ou no fim de semana ou assumindo funções extras.

Para muitos, não passam de modismos. Será mesmo? De onde vieram esses movimentos? Como a pandemia mudou o trabalho? Você acha essas propostas absurdas ou, pelo contrário, gostaria de adotá-las? E vê isso no seu cotidiano?

Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 130ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários!

Além desse assunto, na “notícia bizarra” dessa edição, vamos falar sobre os influenciadores digitais famosos sem ninguém conhecer seus rostos. Eles brilham nas redes lado a lado com microcelebridades do cotidiano, como um porteiro do icônico edifício Copan, que usam o digital para tentar mudar de vida. Mas, afinal, o que motiva as pessoas a serem influenciadores digitais? O que se ganha e o que se perde com isso?