Ouvir "Jornal da Live – edição 115 – 26 de abril de 2022"
Sinopse do Episódio
O Twitter tem um novo dono: Elon Musk!
O homem mais rico do mundo, fundador das incensadas Tesla (fabricante de carros elétricos) e SpaceX (empresa aeroespacial), concluiu nessa segunda as negociações para adquirir a totalidade da rede social por US$ 44 bilhões. O negócio, um dos maiores da história da indústria de tecnologia, deve ser fechado ao longo desse ano, fazendo com que a rede do passarinho azul se torne uma empresa de capital fechado.
Desde o começo do mês, Elon Musk já era o maior acionista da empresa, quando comprou 9,2% de suas ações. De lá para cá, vinha dizendo que compraria o restante da empresa ou desistiria dela. O conselho de administração vinha resistindo, mas o bilionário fez uma oferta irrecusável aos acionistas, pagando US$ 54,20 por ação, um valor quase um terço maior que a cotação de quando anunciou a proposta.
Musk promete fazer mudanças que podem ser interessantes, como banir o uso de robôs na plataforma e liberar o código de seus algoritmos no formato de open source. Mas o que está deixando o mercado e os usuários sobressaltados é sua conhecida postura sobre o que chama de “liberdade de expressão”.
Há uma expectativa de que ele elimine qualquer espécie de moderação ao que se publica na rede. Com isso, há um grande temor de que o Twitter se torne um enorme celeiro de desinformação, algo que todas as grandes empresas do setor vêm combatendo nos últimos anos, até por pressão da Justiça de vários países, inclusive dos EUA, casa de quase todas elas.
Como será o Twitter sob o domínio de Elon Musk? Você vê esse movimento como algo mais positivo ou mais negativo? Quais os possíveis riscos e benefícios de sua aquisição total pelo empresário?
Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 115ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários!
Esses são os assuntos dessa edição:
- Mercado e usuários discutem como o Twitter funcionará sob o comando de Elon Musk
- Com a economia descontrolada, brasileiros perdem conquistas vigentes desde o Plano Real
- Apesar de bons resultados, pré-candidatos em São Paulo criticam câmeras nas fardas de PMs
- Influenciadores americanos insistem para que as pessoas abandonem o Google
- “Notícia bizarra”: brasileiros participam do Campeonato Mundial de Aviãozinho de Papel
O homem mais rico do mundo, fundador das incensadas Tesla (fabricante de carros elétricos) e SpaceX (empresa aeroespacial), concluiu nessa segunda as negociações para adquirir a totalidade da rede social por US$ 44 bilhões. O negócio, um dos maiores da história da indústria de tecnologia, deve ser fechado ao longo desse ano, fazendo com que a rede do passarinho azul se torne uma empresa de capital fechado.
Desde o começo do mês, Elon Musk já era o maior acionista da empresa, quando comprou 9,2% de suas ações. De lá para cá, vinha dizendo que compraria o restante da empresa ou desistiria dela. O conselho de administração vinha resistindo, mas o bilionário fez uma oferta irrecusável aos acionistas, pagando US$ 54,20 por ação, um valor quase um terço maior que a cotação de quando anunciou a proposta.
Musk promete fazer mudanças que podem ser interessantes, como banir o uso de robôs na plataforma e liberar o código de seus algoritmos no formato de open source. Mas o que está deixando o mercado e os usuários sobressaltados é sua conhecida postura sobre o que chama de “liberdade de expressão”.
Há uma expectativa de que ele elimine qualquer espécie de moderação ao que se publica na rede. Com isso, há um grande temor de que o Twitter se torne um enorme celeiro de desinformação, algo que todas as grandes empresas do setor vêm combatendo nos últimos anos, até por pressão da Justiça de vários países, inclusive dos EUA, casa de quase todas elas.
Como será o Twitter sob o domínio de Elon Musk? Você vê esse movimento como algo mais positivo ou mais negativo? Quais os possíveis riscos e benefícios de sua aquisição total pelo empresário?
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Esses são os assuntos dessa edição:
- Mercado e usuários discutem como o Twitter funcionará sob o comando de Elon Musk
- Com a economia descontrolada, brasileiros perdem conquistas vigentes desde o Plano Real
- Apesar de bons resultados, pré-candidatos em São Paulo criticam câmeras nas fardas de PMs
- Influenciadores americanos insistem para que as pessoas abandonem o Google
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