Ouvir "Cuidado para não se apaixonar pelo seu computador"
Sinopse do Episódio
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
Uma máquina pode se tornar consciente?
Para o engenheiro do Google Blake Lemoine, isso aconteceu com o LaMDA, sistema de inteligência artificial da empresa criado para conversar com seres humanos de maneira muito convincente. Críticos dizem que Lemoine se precipitou em suas conclusões. De qualquer forma, elas abriram um debate sobre se (ou quando) as máquinas poderiam ganhar “vida” e como seria nosso relacionamento com elas.
A maioria das análises sobre esse caso tem sido feita sob pontos de vista tecnológico e científico. Mas o assunto fica ainda mais interessante por um prisma filosófico. Afinal, o que define que algo se tornou consciente? Em última instância, o corpo humano não seria também uma máquina biológica incrivelmente sofisticada? Ainda assim, ninguém duvida que estejamos vivos e sejamos conscientes.
Essa questão é amplamente explorada pela ficção, para nos divertir, assustar e provocar reflexões. Algumas obras descrevem um futuro apocalíptico, com robôs inteligentes exterminando a humanidade. Outras mostram pessoas se apaixonando por computadores, e sendo correspondidas por eles.
Entre os dois cenários, prefiro esse último. Mas se uma pessoa e uma máquina se apaixonassem genuinamente, isso ainda causaria estranheza.
Para entender por que esse debate em torno do Google LaMDA vem fazendo tanto barulho, convido você a ouvir esse meu episódio. E depois conte para nós, nos comentários, se acha que as máquinas estão ficando mesmo conscientes e como isso poderia afetar nossas vidas.
Uma máquina pode se tornar consciente?
Para o engenheiro do Google Blake Lemoine, isso aconteceu com o LaMDA, sistema de inteligência artificial da empresa criado para conversar com seres humanos de maneira muito convincente. Críticos dizem que Lemoine se precipitou em suas conclusões. De qualquer forma, elas abriram um debate sobre se (ou quando) as máquinas poderiam ganhar “vida” e como seria nosso relacionamento com elas.
A maioria das análises sobre esse caso tem sido feita sob pontos de vista tecnológico e científico. Mas o assunto fica ainda mais interessante por um prisma filosófico. Afinal, o que define que algo se tornou consciente? Em última instância, o corpo humano não seria também uma máquina biológica incrivelmente sofisticada? Ainda assim, ninguém duvida que estejamos vivos e sejamos conscientes.
Essa questão é amplamente explorada pela ficção, para nos divertir, assustar e provocar reflexões. Algumas obras descrevem um futuro apocalíptico, com robôs inteligentes exterminando a humanidade. Outras mostram pessoas se apaixonando por computadores, e sendo correspondidas por eles.
Entre os dois cenários, prefiro esse último. Mas se uma pessoa e uma máquina se apaixonassem genuinamente, isso ainda causaria estranheza.
Para entender por que esse debate em torno do Google LaMDA vem fazendo tanto barulho, convido você a ouvir esse meu episódio. E depois conte para nós, nos comentários, se acha que as máquinas estão ficando mesmo conscientes e como isso poderia afetar nossas vidas.
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