As consequências em torno do suposto esquema de vendas de joias

16/08/2023 5 min

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Sinopse do Episódio

A Operação Lucas 12:2, deflagrada, na última semana, pela Polícia Federal (PF), revelou que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teriam vendido joias e outros objetos de valor recebidos em viagens oficiais da Presidência da República. Nomeada com um versículo bíblico que diz que "não há nada escondido que não venha a ser descoberto", os investigadores tentam descobrir se os itens foram omitidos do acervo público e negociados para enriquecer o ex-presidente.
De acordo com a polícia, os montantes "obtidos das vendas foram convertidos em dinheiro em espécie e ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados, por meio de laranjas e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores".
Até o momento, a PF identificou a negociação de dois kits de joias da marca suíça Chopard, duas esculturas douradas e um relógio da marca Patek Philippe, mas não descarta que mais itens tenham sido apropriados indevidamente. Isso acontece porque foi interceptada uma mensagem entre assessores do ex-presidente que mostrou que a ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, teria "sumido" com um pacote de itens preciosos. Por que Bolsonaro não poderia vender presentes que recebeu? Tema para o comentarista Américo Bede, nesta edição do “Me Explica Direito”. 






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