Ouvir "Devocional diário com Sara Camilo | 29/06/21"
Sinopse do Episódio
Esse capítulo 29 de Provérbios é muito rico e nos orientará em muitas questões da nossa vida.
O sábio nos apresenta dois grupos de pessoas: as boas e as más.
Sabemos, contudo, que ninguém é bom, a não ser Deus, mas devemos entender “bom” aqui, como aquele que pratica a justiça.
Ele começa nos ensinando sobre a pessoa que teima em não se corrigir e diz que cairá de repente na ruína.
Quem não escuta conselhos, escuta: “Coitado!” Quem não ouve a voz da repreensão receberá inevitavelmente o chicote do juízo. A repreensão é um remédio amargo, mas eficaz. É amargo ao paladar, mas doce ao estômago. Tapar os ouvidos à repreensão, fechar o coração à correção e endurecer a cerviz é caminhar célere para a destruição irremediável.
Outro assunto importante aqui é sobre a criação de filhos. Ele fala que a disciplina é um ato responsável de amor. Seu objetivo é tirar a estultícia do coração da criança e matriculá-la na escola da sabedoria.
É importante ressaltar que a vara, no contexto do livro de Provérbios, não é apenas um instrumento de castigo dosado, mas também um símbolo de limites.
A vara não representa a agressão nem é um instrumento de violência.
A vara e a disciplina dão sabedoria, mas os filhos que vivem sem limites, andando pelo caminho em que querem andar, e não no caminho em que devem andar, serão motivo de vergonha para seus pais.
Outro assunto muito relevante aqui é a língua solta, que é um laço para os pés e uma armadilha para a alma. Muitas pessoas tropeçam na própria língua, porque multiplicam palavras tolas e subtraem a sabedoria.
No muito falar não falta transgressão, mas até o tolo quando se cala é tido por sábio.
A pessoa precipitada no falar carrega veneno debaixo da língua. Suas palavras são como fogo que produz morte, e não como fonte que produz vida.
Ouça o Devocional e desfrute dessas reflexões na presença do Senhor. ❤️❤️❤️
O sábio nos apresenta dois grupos de pessoas: as boas e as más.
Sabemos, contudo, que ninguém é bom, a não ser Deus, mas devemos entender “bom” aqui, como aquele que pratica a justiça.
Ele começa nos ensinando sobre a pessoa que teima em não se corrigir e diz que cairá de repente na ruína.
Quem não escuta conselhos, escuta: “Coitado!” Quem não ouve a voz da repreensão receberá inevitavelmente o chicote do juízo. A repreensão é um remédio amargo, mas eficaz. É amargo ao paladar, mas doce ao estômago. Tapar os ouvidos à repreensão, fechar o coração à correção e endurecer a cerviz é caminhar célere para a destruição irremediável.
Outro assunto importante aqui é sobre a criação de filhos. Ele fala que a disciplina é um ato responsável de amor. Seu objetivo é tirar a estultícia do coração da criança e matriculá-la na escola da sabedoria.
É importante ressaltar que a vara, no contexto do livro de Provérbios, não é apenas um instrumento de castigo dosado, mas também um símbolo de limites.
A vara não representa a agressão nem é um instrumento de violência.
A vara e a disciplina dão sabedoria, mas os filhos que vivem sem limites, andando pelo caminho em que querem andar, e não no caminho em que devem andar, serão motivo de vergonha para seus pais.
Outro assunto muito relevante aqui é a língua solta, que é um laço para os pés e uma armadilha para a alma. Muitas pessoas tropeçam na própria língua, porque multiplicam palavras tolas e subtraem a sabedoria.
No muito falar não falta transgressão, mas até o tolo quando se cala é tido por sábio.
A pessoa precipitada no falar carrega veneno debaixo da língua. Suas palavras são como fogo que produz morte, e não como fonte que produz vida.
Ouça o Devocional e desfrute dessas reflexões na presença do Senhor. ❤️❤️❤️
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