Pare de se comparar com os outros- As doenças mentais que podem surgir

04/12/2020 31 min Episodio 1

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como disse   Dr. Pedro Calabrez   Você não pode usar a aparência de outra pessoa para medir o valor da sua essência.” – 
O  Instagram deu um passo ousado: mudando drasticamente sua política, deixou de mostrar o número de curtidas das publicações. Desde então, esse dado é visível exclusivamente para os autores dos posts. A ideia é evitar que as pessoas foquem em comparar a quantidade de curtidas, desvirtuando o propósito original da rede: viabilizar o compartilhamento de boas histórias.
A medida tem fundamento. Num contexto em que as mídias sociais têm sido cada vez mais associadas ao crescente aumento dos índices de depressão, o indicador de curtidas parecia ser mais um fator a desencadear nos usuários extrema angústia, tristeza e frustração, na medida em que estimulava a já excessiva comparação entre a vida real do ser humano por trás do internauta e a vida “perfeita” mostrada em perfis na internet. Cientes disso, os gestores do aplicativo decidiram cortar essa métrica, pelo menos por enquanto. Acompanhando toda a celeuma instaurada com a medida, enxerguei na questão um tema muitíssimo importante e oportuno para o momento. Vamos, hoje, então, conversar sobre a necessidade de pararmos de nos comparar com o próximo.
Parece clichê, mas a verdade é que ninguém é igual a ninguém, e há, sim, pessoas mais habilidosas do que nós em algumas tarefas. A raça humana é incrivelmente complexa, e existem pessoas felizes e infelizes na base, no meio ou no topo da pirâmide econômico-social. Em todas as castas, homens e mulheres adoecem, crianças sofrem traumas, adultos entram em crise.
Pois é, amigo… Não importa o quanto você seja diferenciado, único, inteligente ou bom em algo, parece sempre haver alguém melhor por aí. Não interessa o valor de suas realizações, o mundo – real ou virtual – é implacável em destruir sua autoestima,
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