Ouvir "InduTalk Especial | Canções do Mal: Cantigas Infantis no Cinema de Terror"
Sinopse do Episódio
Fala, galerinha do mal das interwebs! Tá no ar mais um episódio do InduTalk. E hoje vamos falar de algo que marcou a infância de todo mundo: cantigas infantis. Mas calma lá! não é sobre músicas fofinhas pra ninar, e sim sobre canções do mal, aquelas que o cinema de terror adora transformar em instrumentos de medo e arrepio.
Sim, é isso mesmo! Neste episódio vamos explorar como filmes de horror, terror e até suspense usam cantigas infantis para criar atmosferas perturbadoras, mexendo com a nossa memória afetiva e deixando a gente com aquele friozinho na espinha seja na poltrona do cinema ou no sofá de casa.
Portanto, pra essa viagem, o nosso “roteiro macabro” tem duas paradas principais e dois pontos finais mais reflexivos:
Primeiro, vamos revisitar alguns casos clássicos desse recurso no cinema: começando por M – O Vampiro de Düsseldorf (1931), passando por A Hora do Pesadelo (1984) e chegando a Halloween III – A Noite das Bruxas (1984).
Em seguida, a gente faz uma escala teórica com autores como Freud, Carol Clover, Stuart Hall, entre outros, pra entender melhor como e por que essas cantigas mexem tanto com a gente.
Então, no final, ainda rolam duas reflexões surpresa pra fechar a experiência com chave de ouro. Então é isso: um papo que mistura cinema, teoria e um toque de nostalgia sombria, mostrando que até as músicas mais inocentes podem ganhar um lado assustador quando saem da roda de crianças e entram em uma cena de terror. Afinal, no escuro, qualquer melodia pode virar uma assombração.
Quer saber até onde essa viagem sombria vai te levar? Então dá o play e acompanha até o fim.
Escute no Spotify, Orelo ou no seu agregador favorito. E se quiser apoiar o rolê, é só colar no nosso Apoia-se.
Edição: Valdirzera (instagram.com/valdirzera_productions)
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Sim, é isso mesmo! Neste episódio vamos explorar como filmes de horror, terror e até suspense usam cantigas infantis para criar atmosferas perturbadoras, mexendo com a nossa memória afetiva e deixando a gente com aquele friozinho na espinha seja na poltrona do cinema ou no sofá de casa.
Portanto, pra essa viagem, o nosso “roteiro macabro” tem duas paradas principais e dois pontos finais mais reflexivos:
Primeiro, vamos revisitar alguns casos clássicos desse recurso no cinema: começando por M – O Vampiro de Düsseldorf (1931), passando por A Hora do Pesadelo (1984) e chegando a Halloween III – A Noite das Bruxas (1984).
Em seguida, a gente faz uma escala teórica com autores como Freud, Carol Clover, Stuart Hall, entre outros, pra entender melhor como e por que essas cantigas mexem tanto com a gente.
Então, no final, ainda rolam duas reflexões surpresa pra fechar a experiência com chave de ouro. Então é isso: um papo que mistura cinema, teoria e um toque de nostalgia sombria, mostrando que até as músicas mais inocentes podem ganhar um lado assustador quando saem da roda de crianças e entram em uma cena de terror. Afinal, no escuro, qualquer melodia pode virar uma assombração.
Quer saber até onde essa viagem sombria vai te levar? Então dá o play e acompanha até o fim.
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