Ouvir "Capítulo 31 - Patrícia Coelho"
Sinopse do Episódio
Patrícia Coelho. Humorista.
Patrícia Coelho, praticante de comédia em duas línguas; português, língua oficial dos taberneiros e inglês, língua dos zaragateiros incansáveis, sobe a palcos para esculpir risos e sorrisos em semblantes carregados. Uma espécie de psicóloga em série, mas sem o Porche na garagem. Resumindo, detesta seriedade na cara das pessoas, tal como um dono tóxico de uma pastelaria.
Pessoa confiável. Disse-me que o Pedro Oliveira era um javardo. Confirmou-se. Disse-me que o Álvaro Cláudio era badalhoco. Não me enganou. Juntamente com o tipo da conversa anterior, o senhor Pedro Oliveira, com quem mantém relações humorísticas e de outra espécie, ambas consentidas, presumo eu, possui os Chanfrados da Vila, projecto cuja missão é semear com ganas o microfone em palcos com propósitos de fazer rir.
Patrícia Coelho carrega um apelido de peso, animal com fama de ter pénis inquieto, pelo que é expectável que o namorado a recorde disso com assiduidade. Em caso de casamento, é o namorado que não quererá que a namorada adopte Oliveira como apelido, cuja vida sexual é, segundo os registos, pouco agitada, haja ou não vento.
Viveu nos EUA, terra dos sonhos e dos sem-abrigo e regressou para Portugal, que é em tudo igual ao EUA, se descartarmos os sonhos.
Patrícia não necessita de braçadeiras para se manter à tona na comédia nacional. Segundo fontes próximas e algumas distantes, é um doce e se o mundo fosse dos canibais poderíamos vê-la na vitrine de uma pastelaria canibal.
Falámos noutros sítios, a saber Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, cavaqueiam. Convidei-a para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Patrícia Coelho.
Instagram: https://www.instagram.com/patchancoelho/
Patrícia Coelho, praticante de comédia em duas línguas; português, língua oficial dos taberneiros e inglês, língua dos zaragateiros incansáveis, sobe a palcos para esculpir risos e sorrisos em semblantes carregados. Uma espécie de psicóloga em série, mas sem o Porche na garagem. Resumindo, detesta seriedade na cara das pessoas, tal como um dono tóxico de uma pastelaria.
Pessoa confiável. Disse-me que o Pedro Oliveira era um javardo. Confirmou-se. Disse-me que o Álvaro Cláudio era badalhoco. Não me enganou. Juntamente com o tipo da conversa anterior, o senhor Pedro Oliveira, com quem mantém relações humorísticas e de outra espécie, ambas consentidas, presumo eu, possui os Chanfrados da Vila, projecto cuja missão é semear com ganas o microfone em palcos com propósitos de fazer rir.
Patrícia Coelho carrega um apelido de peso, animal com fama de ter pénis inquieto, pelo que é expectável que o namorado a recorde disso com assiduidade. Em caso de casamento, é o namorado que não quererá que a namorada adopte Oliveira como apelido, cuja vida sexual é, segundo os registos, pouco agitada, haja ou não vento.
Viveu nos EUA, terra dos sonhos e dos sem-abrigo e regressou para Portugal, que é em tudo igual ao EUA, se descartarmos os sonhos.
Patrícia não necessita de braçadeiras para se manter à tona na comédia nacional. Segundo fontes próximas e algumas distantes, é um doce e se o mundo fosse dos canibais poderíamos vê-la na vitrine de uma pastelaria canibal.
Falámos noutros sítios, a saber Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, cavaqueiam. Convidei-a para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Patrícia Coelho.
Instagram: https://www.instagram.com/patchancoelho/
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