Ouvir "EP#27: Direito de imagem póstumo nos meios digitais"
Sinopse do Episódio
Apresentação: Ana Frazão / Caitlin Mulholland
Produção: José Jance Marques
No mês passado a internet se emocionou com a propaganda da nova Kombi que trazia uma reprodução da Elis Regina dirigindo uma versão antiga do automóvel, cantando ao lado de sua filha que dirigia a nova versão.
Depois do momento de nostalgia, surgiram alguns questionamentos importantes sobre a peça publicitária: é correto usar a imagem de uma pessoa já falecida em propagandas? Quem teria autorizado? Se foi a filha dela, pode-se falar em transmissão de direitos de imagem ?
À medida que a tecnologia avança rapidamente, somos confrontados com uma nova realidade que transcende as fronteiras entre o mundo físico e o digital. O que antes parecia ser exclusivo de filmes de ficção científica, agora se torna uma possibilidade tangível em nossas vidas cotidianas. Celebridades, ícones históricos e até mesmo entes queridos que já partiram podem "voltar à vida" por meio da magia dos hologramas ou efeitos especiais gerados a partir de Inteligência Artificial no celular..
Enquanto alguns veem nesse avanço tecnológico uma oportunidade para relembrar e honrar aqueles que partiram, outros questionam os limites éticos e morais de ressuscitar virtualmente figuras do passado. Além disso, o uso de hologramas em propagandas e shows levanta questões importantes sobre o controle das imagens e identidades de personalidades já falecidas.
Celebridades como Madonna e Whoopi Goldberg já declararam que deixaram em testamento a proibição expressa da utilização de suas imagens póstumas em qualquer instrumento tecnológico, quer seja holograma ou efeitos especiais no cinema.
Afinal de contas, é lícita a utilização de representações de pessoas mortas em peças publicitárias, filmes e aplicativos de celular? Quem detém o direito de decidir como essas figuras históricas ou celebridades são retratadas em suas versões virtuais? Até que ponto as famílias e herdeiros têm influência nesse processo? Essas e outras perguntas serão debatidas nesse episódio.
Produção: José Jance Marques
No mês passado a internet se emocionou com a propaganda da nova Kombi que trazia uma reprodução da Elis Regina dirigindo uma versão antiga do automóvel, cantando ao lado de sua filha que dirigia a nova versão.
Depois do momento de nostalgia, surgiram alguns questionamentos importantes sobre a peça publicitária: é correto usar a imagem de uma pessoa já falecida em propagandas? Quem teria autorizado? Se foi a filha dela, pode-se falar em transmissão de direitos de imagem ?
À medida que a tecnologia avança rapidamente, somos confrontados com uma nova realidade que transcende as fronteiras entre o mundo físico e o digital. O que antes parecia ser exclusivo de filmes de ficção científica, agora se torna uma possibilidade tangível em nossas vidas cotidianas. Celebridades, ícones históricos e até mesmo entes queridos que já partiram podem "voltar à vida" por meio da magia dos hologramas ou efeitos especiais gerados a partir de Inteligência Artificial no celular..
Enquanto alguns veem nesse avanço tecnológico uma oportunidade para relembrar e honrar aqueles que partiram, outros questionam os limites éticos e morais de ressuscitar virtualmente figuras do passado. Além disso, o uso de hologramas em propagandas e shows levanta questões importantes sobre o controle das imagens e identidades de personalidades já falecidas.
Celebridades como Madonna e Whoopi Goldberg já declararam que deixaram em testamento a proibição expressa da utilização de suas imagens póstumas em qualquer instrumento tecnológico, quer seja holograma ou efeitos especiais no cinema.
Afinal de contas, é lícita a utilização de representações de pessoas mortas em peças publicitárias, filmes e aplicativos de celular? Quem detém o direito de decidir como essas figuras históricas ou celebridades são retratadas em suas versões virtuais? Até que ponto as famílias e herdeiros têm influência nesse processo? Essas e outras perguntas serão debatidas nesse episódio.
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