Debate Ep#09 - 23/08/2021 - Debate: Teatro e Resistência: resistir e re-existir

24/08/2021 2h 24min Temporada 2 Episodio 9

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Sinopse do Episódio

Nesse debate falaremos sobre a situação do fazer teatral no contexto sócio cultural e político que o brasil se encontra. Como resistir aos ataque e a tentativa de destruição da cultura executada pelo governo e como conseguir seguir em frente diante de tantos percalços.   
O debate terá a participação de:
- Tânia Farias é atriz e encenadora, figurinista, cenógrafa, pesquisadora, professora e produtora teatral. Atuadora da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 1984. Coordena a Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo e o Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem e faz parte do Conselho editorial da Cavalo Louco - Revista da Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e do Selo Editorial Ói Nóis Na Memória. Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz surgiu em 1978, durante mais de três décadas construiu uma trajetória que marcou definitivamente a paisagem cultural do Brasil. Com a iniciativa de subverter a estrutura das salas de espetáculos e o ímpeto de levar o teatro para a rua, abriu novas perspectivas na tradicional performance cênica do sul do país.
- Lindolfo Amaral é ator e professor do Grupo Imbuaça, desde 1978. Estudou Teatro na Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe, na cidade de Havana/Cuba (1993), e na Escola Internacional de Antropologia Teatral, com o Diretor Eugênio Barba (1994). Fez Mestrado, em Artes Cênicas/UFBA (2005), Doutorado em Artes Cênicas na UFBA (2013). Pós-doutorado na UFBA (2016). No último dia 27 de março lançou o livro “A presença do Cordel na Dramaturgia Brasileira”. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Artes e Comunicação, atua principalmente nos seguintes temas: teatro de rua, teatro popular, teatro brasileiro, dramaturgia e cordel.
- Chico Pelúcio é Integrante do  Grupo Galpão desde 1982.  Idealizador do Centro Cultural Galpão Cine Horto em 1998. Esteve como  Presidente da Fundação Clovis Salgado – Palácio das Artes nos anos 2005 e 2006. Chico é ator e diretor de teatro e  atuou na maioria das peças do Grupo Galpão e dirigiu o espetáculo “Um Trem Chamado Desejo” além de diversos espetáculos  que deram início a Cia Burlantis de BH e ao Oficinão do Galpão Cine Horto entre outros.  Além da direção da ópera “A Redenção Pelo Sonho” de Tim Rescala no Rio de Janeiro, assinou também em São Paulo a direção do Circo Roda e do espetáculo “Pagliacci” da Cia La Mínima que lhe rendeu o Premio Riso de direção no RJ em 2018 e várias indicações como melhor diretor em São Paulo. Como ator na TV, fez participações em séries da Rede Globo ( “A Cura”, “Sob Pressão”, “Pedacinho de Chão”, “Bilhete Premiado” ) e no cinema atuou em  filmes como “Depois Daquele Baile” e  “Mão na Luva” de R. Bomtempo, “Flores Raras” de Bruno Barreto e  “Joaquim” de Marcelo Gomes entre outros.  Em 2015 lançou o livro “Do Grupo Galpão ao Galpão Cine Horto : uma História de Gestão Cultural” em parceria com Romulo Avelar.

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