Ouvir "Meditação do Pôr do Sol - Igreja Adventista do Sétimo Dia - 08/05/2020"
Sinopse do Episódio
MULHERES NA OBRA DO EVANGELHO.
Leitura por @Othoni.Vinicius
A mulher sábia edifica a sua casa, mas com as próprias mãos a insensata derruba a sua. Provérbios 14:1
Sarepta Myrenda Irish Henry, filha de pastor metodista, nasceu em Albion, Pensilvânia, em 4 de novembro de 1839. Em 1861, ela se casou com James W. Henry. Dessa união conjugal, nasceram os filhos Mary, Alfred e Arthur. Infelizmente, seu marido morreu dez anos mais tarde, deixando-a com os filhos. Sarepta, porém, não se rendeu ao desânimo. Tonou-se uma das mais intensas ativistas norte-americanas pró-temperança. Com temperamento forte e firmes convicções religiosas, ela abraçou a causa pró-saúde após receber a notícia de que um de seus filhos estava em um bar da cidade. Ela organizou e recrutou as mulheres e entrou em ativismo contra os bares e as vendas de bebidas alcoólicas.
Por sua impetuosidade, Sarepta se tornou uma porta-voz da cruzada feminina e passou a ter uma agenda intensa de compromissos. Ironicamente, ela ficou doente militando pela temperança, mas por providência procurou ajuda no Sanatório Adventista de Battle Creek, onde conheceu a mensagem adventista. Com pouca esperança de vida, Sarepta foi miraculosamente curada. Desde então, passou a se dedicar à pregação da mensagem adventista. Nessa época, ela começou a se corresponder com Ellen White, que estava morando na Austrália.
Ellen White recomendou que ela canalizasse sua energia para dar início ao ministério da mulher na Igreja Adventista. Suas pregações passaram a enfatizar a temperança dentro do contexto evangelístico, e ela encorajou outras irmãs a auxiliarem a pregação do evangelho. Sarepta morreu em 16 de janeiro de 1900, mas deixou um legado por convidar as mulheres a se envolverem nas atividades missionárias. Ela enfrentou as dificuldades da vida como poucas no ministério, mas isso lhe deu condições para atuar e encorajar outras mulheres a serem mães e esposas cristãs com uma missão. No próximo domingo, comemoramos o dia das mães e desde hoje louvamos a Deus pelas mulheres que tem encaminhado sua família em direção ao Céu.
“Vão as mães ter com Jesus em suas perplexidades. Acharão graça suficiente para as ajudar no cuidado de seus filhos. As portas acham-se
Leitura por @Othoni.Vinicius
A mulher sábia edifica a sua casa, mas com as próprias mãos a insensata derruba a sua. Provérbios 14:1
Sarepta Myrenda Irish Henry, filha de pastor metodista, nasceu em Albion, Pensilvânia, em 4 de novembro de 1839. Em 1861, ela se casou com James W. Henry. Dessa união conjugal, nasceram os filhos Mary, Alfred e Arthur. Infelizmente, seu marido morreu dez anos mais tarde, deixando-a com os filhos. Sarepta, porém, não se rendeu ao desânimo. Tonou-se uma das mais intensas ativistas norte-americanas pró-temperança. Com temperamento forte e firmes convicções religiosas, ela abraçou a causa pró-saúde após receber a notícia de que um de seus filhos estava em um bar da cidade. Ela organizou e recrutou as mulheres e entrou em ativismo contra os bares e as vendas de bebidas alcoólicas.
Por sua impetuosidade, Sarepta se tornou uma porta-voz da cruzada feminina e passou a ter uma agenda intensa de compromissos. Ironicamente, ela ficou doente militando pela temperança, mas por providência procurou ajuda no Sanatório Adventista de Battle Creek, onde conheceu a mensagem adventista. Com pouca esperança de vida, Sarepta foi miraculosamente curada. Desde então, passou a se dedicar à pregação da mensagem adventista. Nessa época, ela começou a se corresponder com Ellen White, que estava morando na Austrália.
Ellen White recomendou que ela canalizasse sua energia para dar início ao ministério da mulher na Igreja Adventista. Suas pregações passaram a enfatizar a temperança dentro do contexto evangelístico, e ela encorajou outras irmãs a auxiliarem a pregação do evangelho. Sarepta morreu em 16 de janeiro de 1900, mas deixou um legado por convidar as mulheres a se envolverem nas atividades missionárias. Ela enfrentou as dificuldades da vida como poucas no ministério, mas isso lhe deu condições para atuar e encorajar outras mulheres a serem mães e esposas cristãs com uma missão. No próximo domingo, comemoramos o dia das mães e desde hoje louvamos a Deus pelas mulheres que tem encaminhado sua família em direção ao Céu.
“Vão as mães ter com Jesus em suas perplexidades. Acharão graça suficiente para as ajudar no cuidado de seus filhos. As portas acham-se
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