Ouvir "A presença da mão do artista no resultado de uma obra"
Sinopse do Episódio
Na coluna desta quarta-feira (29), Atílio Bari repercute uma das maiores polêmicas de 2023: a utilização da inteligência artificial no campo artístico. Ao utilizar um robô para criar imagens e obras, até onde o artista é realmente o autor? Sendo aperfeiçoada pelos comandos e escolhas do ser humano, a arte feita pela máquina pode ser comparada àquela realizada à mão com tintas e pincéis?
Atílio também explica como a edição da imagem era possível antes mesmo da criação da foto digital: “Eis que então, durante o processo de revelação, era usado um pincelzinho fino para fazer cuidadosas correções nos próprios negativos. Manchas de pele, rugas e verrugas eram apagadas, olheiras eram eliminadas, de modo que as pessoas apareciam em seus documentos com os rostos que elas gostariam de ter. Aí veio a foto digital, veio o Photoshop e tudo mudou”.
O colunista ainda cita um episódio recente em que a discussão sobre a inteligência artificial nas artes ficou em evidência: “Na edição deste ano do tradicional Prêmio Jabuti de Literatura, um dos finalistas da categoria de “ilustração” era uma nova edição de Frankenstein, que acabou sendo eliminado porque descobriu-se que o concorrente havia utilizado um software de inteligência artificial para produzir as suas ilustrações o que, é bom que se diga, o próprio concorrente deixou claro nos créditos do seu trabalho. Ou seja, não houve má fé.”.
Atílio também explica como a edição da imagem era possível antes mesmo da criação da foto digital: “Eis que então, durante o processo de revelação, era usado um pincelzinho fino para fazer cuidadosas correções nos próprios negativos. Manchas de pele, rugas e verrugas eram apagadas, olheiras eram eliminadas, de modo que as pessoas apareciam em seus documentos com os rostos que elas gostariam de ter. Aí veio a foto digital, veio o Photoshop e tudo mudou”.
O colunista ainda cita um episódio recente em que a discussão sobre a inteligência artificial nas artes ficou em evidência: “Na edição deste ano do tradicional Prêmio Jabuti de Literatura, um dos finalistas da categoria de “ilustração” era uma nova edição de Frankenstein, que acabou sendo eliminado porque descobriu-se que o concorrente havia utilizado um software de inteligência artificial para produzir as suas ilustrações o que, é bom que se diga, o próprio concorrente deixou claro nos créditos do seu trabalho. Ou seja, não houve má fé.”.
Mais episódios do podcast Coluna Atílio Bari
Por mais teatro em nossas vidas em 2026
17/12/2025
A banalidade do mal e os tempos de paz
10/12/2025
A república e a tal soberania brasileira
12/11/2025
Dona Lola e uma história do humor brasileiro
05/11/2025
Gil e Chico, cronistas das nossas vidas
29/10/2025
ZARZA We are Zarza, the prestigious firm behind major projects in information technology.