Ouvir "Ep#35 - Suape com Gicleia Maria - Temporada Oceanos"
Sinopse do Episódio
Neste episódio da temporada Oceanos do Cirandeiras convidamos Gicléia Maria da Silva Santos, pescadora artesanal, do município de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, para nos contar sobre os impactos do Complexo Portuário e Industrial de Suape.
As praias e os manguezais protegidos pelas comunidades tradicionais de pescadores vem perdendo espaço para a destruição ambiental, provocadas pela instalação desse megaprojeto. A retirada forçada de povos de seus territórios e aumento das desigualdades sociais também são consequências.
A rotina de antigamente em Cabo de Santo Agostinho era dançar ciranda e coco - manifestações do povo negro, que Gicléia tem orgulho de ter aprendido com a avó Antonieta Maria da Paz. Mas nos últimos anos as danças pararam por conta da pandemia da Covid-19 e também pelas muitas alterações nos modos de vida impostas pelo desenvolvimento econômico do Governo de Pernambuco e das mais de 100 empresas que operam o Complexo de Suape.
Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster
Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho
Créditos das trilhas sonoras: Thayana Barbosa e Casas Populares da BR 232
Divulgação: Pedro Miranda
Apoio: Calouste Gulbenkian Foundation (UK Branch), Internews Environmental Journalism Network (EJN) e UN Ocean Conference
Links relacionados:
https://ejatlas.org/conflict/complexo-industrial-portuario-de-suape-cips-pernambuco-brazil
http://suapepeloavesso.marcozero.org/
https://reporterbrasil.org.br/2017/11/suape/
https://prefeitura.cabo.pe.gov.br/pagina/turismo/
https://www.plataformadh.org.br/2018/05/07/plataforma-dhesca-realiza-missao-no-cabo-de-santo-agostinho-pe-para-identificar-violacoes-de-direitos-humanos-e-ambientais-pelo-complexo-industrial-portuario-de-suape/
https://forumsuape.blogspot.com/
documentário Território Suape: https://www.youtube.com/watch?v=4lXNqfoKNwo
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2018/06/04/interna-brasil,686033/ataques-de-tubarao-25-anos-de-medo-nas-praias-em-recife.shtml
As praias e os manguezais protegidos pelas comunidades tradicionais de pescadores vem perdendo espaço para a destruição ambiental, provocadas pela instalação desse megaprojeto. A retirada forçada de povos de seus territórios e aumento das desigualdades sociais também são consequências.
A rotina de antigamente em Cabo de Santo Agostinho era dançar ciranda e coco - manifestações do povo negro, que Gicléia tem orgulho de ter aprendido com a avó Antonieta Maria da Paz. Mas nos últimos anos as danças pararam por conta da pandemia da Covid-19 e também pelas muitas alterações nos modos de vida impostas pelo desenvolvimento econômico do Governo de Pernambuco e das mais de 100 empresas que operam o Complexo de Suape.
Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster
Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho
Créditos das trilhas sonoras: Thayana Barbosa e Casas Populares da BR 232
Divulgação: Pedro Miranda
Apoio: Calouste Gulbenkian Foundation (UK Branch), Internews Environmental Journalism Network (EJN) e UN Ocean Conference
Links relacionados:
https://ejatlas.org/conflict/complexo-industrial-portuario-de-suape-cips-pernambuco-brazil
http://suapepeloavesso.marcozero.org/
https://reporterbrasil.org.br/2017/11/suape/
https://prefeitura.cabo.pe.gov.br/pagina/turismo/
https://www.plataformadh.org.br/2018/05/07/plataforma-dhesca-realiza-missao-no-cabo-de-santo-agostinho-pe-para-identificar-violacoes-de-direitos-humanos-e-ambientais-pelo-complexo-industrial-portuario-de-suape/
https://forumsuape.blogspot.com/
documentário Território Suape: https://www.youtube.com/watch?v=4lXNqfoKNwo
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2018/06/04/interna-brasil,686033/ataques-de-tubarao-25-anos-de-medo-nas-praias-em-recife.shtml
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