Ouvir "Gato ou Cachorro?"
Sinopse do Episódio
Post de 9 de mar de 2014 22:25.
O segredo de uma boa postura e uma boa personalidade é unir as características do gato do cachorro, num "caminho do meio".
GATO: esperto, ágil, intuitivo
CACHORRO: amoroso, fiel, presente.
Quando comecei minha busca por conhecimento interior, por volta de 1981, não havia internet e os livros eram muito poucos. Essa coisa de auto-ajuda ainda não existia, então busquei por tudo, mandando vir livros direto de editoras, descobrindo-os nas contracapas de outros livros.
O budismo foi um dos assuntos que me envolveram logo de cara.
Nesta busca, logo me veio uma questão que para mim representou sempre uma grande dúvida a ser respondida: deveríamos ser “amor puro” ou deveríamos ser “instinto puro”? O cão e o gato eram os signos que a esta dualidade eu representava.
Foram décadas sem saber ao certo.
Ora, o cão era coração e amor, e eu sabia que não existia nada mais sofisticado do que o amor, logo, parecia ser um bom comportamento para um ser humano se orientar. Mas, por outro lado, tinha uma forte característica de dependência, sofrendo fácil por não ter o objeto de seu amor. Isso não parecia ser evoluído.
Já o gato, era instinto, sobrevivência, inteligência, agilidade e independência. Mas, por outro lado, faltava-lhe a sofisticação do amor.
Por anos tentei entender e decidir qual era o melhor perfil e qual eu deveria adotar.
Após décadas, sim, décadas, descobri o que era mais do que óbvio: caminho do meio. Descobri que o certo era sermos uma composição entre o cão e o gato, recolhendo o que há de melhor no cão e o que há de melhor do gato.
É amar sem depender.
O segredo de uma boa postura e uma boa personalidade é unir as características do gato do cachorro, num "caminho do meio".
GATO: esperto, ágil, intuitivo
CACHORRO: amoroso, fiel, presente.
Quando comecei minha busca por conhecimento interior, por volta de 1981, não havia internet e os livros eram muito poucos. Essa coisa de auto-ajuda ainda não existia, então busquei por tudo, mandando vir livros direto de editoras, descobrindo-os nas contracapas de outros livros.
O budismo foi um dos assuntos que me envolveram logo de cara.
Nesta busca, logo me veio uma questão que para mim representou sempre uma grande dúvida a ser respondida: deveríamos ser “amor puro” ou deveríamos ser “instinto puro”? O cão e o gato eram os signos que a esta dualidade eu representava.
Foram décadas sem saber ao certo.
Ora, o cão era coração e amor, e eu sabia que não existia nada mais sofisticado do que o amor, logo, parecia ser um bom comportamento para um ser humano se orientar. Mas, por outro lado, tinha uma forte característica de dependência, sofrendo fácil por não ter o objeto de seu amor. Isso não parecia ser evoluído.
Já o gato, era instinto, sobrevivência, inteligência, agilidade e independência. Mas, por outro lado, faltava-lhe a sofisticação do amor.
Por anos tentei entender e decidir qual era o melhor perfil e qual eu deveria adotar.
Após décadas, sim, décadas, descobri o que era mais do que óbvio: caminho do meio. Descobri que o certo era sermos uma composição entre o cão e o gato, recolhendo o que há de melhor no cão e o que há de melhor do gato.
É amar sem depender.
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